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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Discurso de José Costa, Presidente do SPGL, na tomada de posse dos Corpos Gerentes do SPGL, para o próximo Quadriénio 2019 - 2013

Quero começar por saudar e agradecer a presença: 

Da CGTP, na pessoa do seu Secretário-geral, dos camaradas coordenadores das uniões de sindicatos da coordenadora da Frente Comum, dos camaradas coordenadores dos Sindicatos que integram a Fenprof, dos nossos sócios, restantes convidados.

Quero também felicitar os camaradas que, participando neste processo eleitoral como candidatos, foram eleitos para os Corpos Gerentes do SPGL para o próximo quadriénio 2019-2023. Estendo também esta saudação aos camaradas que, por força da escolha da maioria dos sócios, não foram eleitos. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista S, para a Direção Central e para a MAG, renovando a confiança na atual direção. Este é um facto inegável que ato nenhum pode desmentir, pois a diferença de 639 votos clarificou largamente essa escolha. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista S para a Direção Regional de Lisboa, tendo esta lista ganho por uma diferença de 405 votos. 

Os sócios votaram também maioritariamente na Lista S para a Direção Regional do Oeste onde esta Lista ganhou por uma diferença de 370 votos. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista A para a Direção Regional de Setúbal, tendo esta lista ganho por uma diferença de 62 votos, 

Votaram também maioritariamente na Lista A para a Direção Regional de Santarém onde esta Lista ganhou por uma diferença de 52 votos. 

Os sócios votaram ainda maioritariamente na Lista S, em todas as votações para as Áreas Académicas do Ensino Superior. 

De acordo com o método de Hondt, a Lista S elegeu para o Conselho Geral dezoito membros, a Lista A, 13 membros e a Lista C, um membro. 

Ainda de acordo com este método a Lista S elegeu para o Conselho fiscal 3 membros e a Lista A dois. 

.A Lista S apresentou-se como a Lista da continuidade, a Lista que assumia o trabalho desenvolvido pela anterior direção, coletivo que, aliás, integrou maioritariamente este projeto de continuidade, mas que procurou sempre renová-lo com a entrada de novos candidatos que, na sua esmagadora maioria, já tinham provas dadas no ativismo sindical docente. 

Os sócios, ao votarem maioritariamente na Lista S, reconheceram a nossa presença nas escolas. 

Sim, camaradas, a nossa presença nas escolas. Esta sempre foi e continuará a ser a matriz do SPGL. 

Foi a 2 de maio de 1974, ainda com o perfume de abril no ar, numa reunião geral de professores, inicialmente prevista para a Escola Preparatória Manuel da Maia em Lisboa e, posteriormente, transferida para o então Pavilhão dos Desportos devido à afluência de milhares de professores que nasce o SPZGL, depois SPGL. 
Reunião que elege ainda para a Comissão Instaladora Provisória desta estrutura, Homens e Mulheres profundamente ligados à constituição dos Grupos de Estudo do Pessoal Docente do Ensino Secundário. 

Homens e mulheres que tiveram a coragem suficiente para, em pleno Fascismo, se organizaram para lutar pelos direitos dos Professores. 

Foi também, já em pleno período revolucionário que, diretamente nas escolas, sempre com os Professores, se exigiu a Gestão Democrática, as colocações por concurso, a obrigatoriedade da formação dos professores, um Estatuto para os Professores, o reajustamento da letra, a construção de uma carreira e tantas outras justas reivindicações. 

Este Sindicato esteve com os Professores, quando se lutou no ensino superior por um sistema único integrado e diversificado e também por uma carreira docente no Politécnico com elevados padrões de qualidade. 

Mais recentemente, em 2007, estivemos também com os Professores, quando foi materializado um profundo ataque à Carreira Docente perpetrado por Maria de Lurdes Rodrigues e por uma equipa incompetente que, na 5 de Outubro, pautou a sua atuação pela mais abjeta tentativa de humilhação da Classe Docente. 

Este ataque fazia recuar, por via da alteração do ECD, a situação profissional dos Professores aos anos 80. 

Foi também este o período do maquiavélico e doentio processo de avaliação dos Professores, que nunca foi aplicado na íntegra porque os professores foram resistindo ao processo e à insidiosa campanha contra eles montada na opinião pública pelo governo da altura e com a ajuda de fervorosos pontas de lança, alguns dos quais ainda andam por aí. 

Foi também com os Professores que estivemos na luta contra o fim da Gestão que, de democrática, já pouco tinha, foi o período do retorno do diretor à Escola. 

Depois, foi a chegada dos Mega agrupamentos e do ataque desbragado à atividade sindical, com a Lei 59/ 2008, cuja característica mais visível era perverter totalmente a representatividade dos maiores sindicatos. 

O SPGL, o maior Sindicato de Professores português, teve uma redução de cerca de 2/3 dos seus créditos para o trabalho sindical. Apesar destas dificuldades, a ligação às escolas, matriz determinante deste sindicato, manteve-se. 

Continuamos e queremos continuar a estar presentes nas escolas e na nossa área de influência sindical; nenhum outro sindicato de professores o faz como nós. 

A nossa visibilidade nas escolas é e sempre será uma realidade, mas também nas ruas, quando, por exemplo, em 2008 os Professores expressaram nas ruas o seu descontentamento, nas manifestações realizadas no consulado de Maria de Lurdes Rodrigues. O SPGL lá estava, com grande visibilidade, marcando a sua presença. 

E foi também com os professores que estivemos no novo ciclo que se iniciou em 2011: era o momento de Passos, Portas e Crato na Educação, chegava a Troika. Empobrecer o país era o objetivo. 

O ataque à escola pública enquanto motor de transformação social, assumiu dimensões jamais vistas. 

A escola pública passou a ser objetivamente degradada, a intenção era clara: criar espaço para a privatização da educação. 

Mas também aqui os professores souberam resistir, foram eles e os seus sindicatos, nomeadamente os da FENPROF, que derrotaram a tentativa do aumento do horário de trabalho para as 40 horas, o que implicava o despedimento de milhares de Professores. 

A greve às avaliações finais de 2012 teve, na área do SPGL, níveis de adesão de praticamente 100%. 

Para isso, muito contribuiu a nossa implantação nas escolas, o acompanhamento que quase diariamente fazíamos e que ajudou significativamente a criar dinâmicas entre os professores, as quais contribuíram decisivamente para o êxito desta luta. 

Aqui, foi também o SPGL que, mais uma vez, esteve presente nas escolas. 

Mas foram também os Professores e os seus sindicatos que derrotaram a PAC e que, enquadrados nas lutas com os outros trabalhadores da Administração Pública, travaram o processo de Municipalização da Educação, retomado na atual legislatura. 

Foram os Professores que ajudaram a criar condições para travar a requalificação, acabando com uma lei que permitiria o despedimento de milhares de Funcionários Públicos, Professores incluídos. 

Mas, como é óbvio, não estamos sozinhos, nem nunca quisemos estar. 

Participámos sempre de forma ativa, empenhada e solidária na vida da nossa Federação, a FENPROF. 

Foi ativa e empenhadamente que participámos na vida da CGTP e é da mesma forma que participámos nas atividades da FRENTE COMUM, estrutura que, aliás, sempre reconhecemos como uma Plataforma de grande capacidade de negociação e intervenção. 

A atual solução governativa, viabilizada pelos partidos da esquerda parlamentar, criou nos Professores justas expetativas. 

Não deixando de reconhecer que houve algumas mudanças, positivas, nomeadamente na recuperação de alguns rendimentos, em alguns setores da população, no descongelamento de carreiras e na mudança até de alguns paradigmas ideológicos, a verdade é que muitas das justas expetativas saíram goradas. 

Continuamos com a sobrecarga dos horários de trabalho que, associado ao desgaste provocado pelo prolongamento da idade ativa dos professores, tem implicado uma acelerada degradação das condições de trabalho nas escolas. 

Mantém-se o flagelo da precariedade, que continua a assolar ainda milhares de professores e que permite que colegas nossos com duas e três décadas de profissão estejam, ainda, por vincular. 

Continuamos a verificar uma ausência de respostas às nossas propostas de recuperação integral do tempo de serviço trabalhado e não contado. 

Estes são os desafios que temos pela frente, mas sempre os enfrentámos, nas escolas, sempre com os Professores e eles sabem disso; a nossa presença nas escolas é reconhecida, mesmo na discordância. 

Vão surgindo recentemente, estruturas, tenho alguma relutância em chamar-lhes sindicatos, às quais alguma Comunicação Social dá grande relevância e cuja principal atuação é centrada em reivindicações que, normalmente, isolam uma parte do todo. 

São exemplos do que referi atrás a greve de alguns Enfermeiros por uma carreira específica, isolando-se do resto da sua classe profissional. Outro exemplo, a greve dos motoristas de materiais perigosos. 

Este é um caminho perigoso de quem vê a árvore mas não vê a floresta, ou não que ver. Sindicalismo não é afunilar, é alargar, enquadrar, ver o todo e não só a parte. 

Olhar para o todo também faz parte da história do SPGL pois foi com essa visão que ajudámos a construir a Carreira Única e uma Escola para Todos. 

Essa é a perspetiva que não podemos perder. O todo, a Floresta e não só a árvore. 

Temos uma história de 45 anos, não aparecemos agora. Assumimos essa história e esse projeto que é e sempre foi coletivo, não um projeto de vontades e vaidades pessoais. 

Sindicalismo é honestidade, até na discordância profunda de opiniões. 

Pode e deve ser também um espaço de companheirismo. 

Agora, vem aí o Congresso da Federação da nossa FENPROF, a 14 e 15 de junho, o 13.º Congresso Nacional de Professores, cujo lema é: “ Carreira Docente Dignificada, Condição de Futuro “ 

O SPGL estará lá como sempre esteve, desde o Congresso constituinte da Federação em Abril de 1983 , de corpo e alma, propositivo e solidário. 

Aliás, não poderia ser de outra forma. 

Estaremos lá com os nossos delegados eleitos e designados, entre os mais de 650 delegados. Integraremos os órgãos desse grande coletivo que é a FENPROF, nomeadamente o seu Conselho Nacional, o seu Secretariado Nacional e o seu Conselho de Jurisdição. 

Ajudaremos, como sempre fizemos, a construir uma FENPROF cada vez mais forte na defesa dos seus Professores e Educadores. 

Para terminar, queria deixar aqui um muito obrigado 

Aos trabalhadores do SPGL, que foram de um profissionalismo e dedicação extremos; 

A todos os que tornaram possível chegarmos aqui. 

Gostava de referir aqui alguns nomes que foram inexcedíveis neste processo. Mesmo correndo o risco de me esquecer de alguém, vou referi-los na mesma. 

A Fernanda Ferrão, O Carlos Leal, O Quitério, A Branca Gaspar, O Bráulio, o Deodato e o Artur. 

Obrigado, Camaradas. 

Viva o SPGL, viva a FENPROF, viva a CGTP. 

José Feliciano Costa

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Um SPGL ainda mais FORTE!

Em maio de 2019, no cumprimento dos seus Estatutos, o SPGL terá eleições para os corpos gerentes para o quadriénio 2019-2023 e, deste modo, tornamos pública junto dos professores, educadores e investigadores sócios do SPGL a decisão de nos candidatarmos.   

O SPGL é o maior e o mais forte sindicato de professores em Portugal. Com um reconhecido trabalho dedicado e rigoroso, sempre na primeira linha nas lutas da classe, o SPGL conseguiu atravessar os “anos de chumbo” de Lurdes Rodrigues e da “troika”, mantendo um elevado número de sócios, não obstante a redução do número de professores em exercício, e uma situação financeira controlada.

Constituiremos uma equipa que alia a experiência de quem nos últimos mandatos tem dirigido o SPGL com a visão e rejuvenescimento daqueles que iniciam agora a sua caminhada nesta tarefa, simultaneamente aliciante e dura da atividade sindical. Uma equipa de trabalho que será o mais alargada possível - mantendo uma saudável característica de pluralismo na vida do SPGL.

Continuaremos a desenvolver uma das matrizes marcantes e distintivas do SPGL – a ligação real às escolas, consubstanciada, também, no princípio de que os dirigentes devem manter trabalho letivo nos estabelecimentos de ensino a que pertencem, trazendo, desse modo, para a tomada de decisões, a realidade vivida nos locais de trabalho e as reais opiniões dos docentes e investigadores. Uma melhor ligação às escolas exige que continuemos a insistir no alargamento da rede de delegados sindicais, tarefa em que se avançou no mandato que agora termina, mas não o suficiente para que a Assembleia de Delegados Sindicais volte a cumprir o importante papel que os Estatutos lhe atribuem.

Defenderemos sempre a unidade e coesão da FENPROF, sem prejuízo da defesa das posições resultantes dos órgãos de decisão do SPGL. Atitude que manteremos também no interior da CGTP e da Frente Comum de Sindicatos, na defesa dos direitos dos trabalhadores.

Assumimos a atividade sindical com um elevado sentido cívico-político: firmeza na defesa e alargamento dos direitos dos professores e educadores e na construção de uma escola pública que combata as enormes desigualdades sociais do país, que seja inclusiva, que forme cidadãos para uma sociedade democrática, e que seja sólida e atual nas aprendizagens, objetivos que só uma gestão democrática, que urge conquistar, pode atingir. Gestão democrática que exige a defesa da autonomia da Escola perante os poderes centrais e municipais. Nesta aposta numa sociedade mais justa e desenvolvida, apoiaremos inequivocamente a necessidade de pôr fim à precariedade (e à exploração) em que continuam a viver os investigadores científicos e todos os educadores e docentes, independentemente do ciclo de ensino e do vínculo patronal, público ou privado, incluindo a educação inclusiva, o ensino vocacional ou profissional e o ensino artístico especializado.

Informados e atentos ao que se passa à nossa volta, sabemos que a atividade sindical se torna cada vez mais necessária. O neoliberalismo dominante está empenhado em minimizar a importância dos sindicatos e da escola pública, de modo a mais facilmente limitar os direitos de quem trabalha, nomeadamente dos educadores, professores e investigadores. Os ataques aos estatutos de carreira (em todos os níveis de ensino), a sonegação de 9A 4M 2D de tempo de serviço, a dificuldade de acesso às carreiras no ensino superior, a inexistência de um contrato coletivo de trabalho para o EPC, EAE e EP, são, entre outros, claros exemplos de ataque ao Trabalho que atinge também a classe docente.

Sabemos isso, mas sabemos da nossa firme determinação em lhes fazer frente e em os derrotar. Para que a luta pelos direitos de todos os docentes deste país seja mais forte e por um ensino de qualidade que seja ainda mais eficaz, apostaremos decididamente no aumento da sindicalização, sobretudo junto dos que agora chegam à profissão. Para essa luta, precisamos do seu cada vez mais firme apoio. Porque o sindicato somos todos nós.

Subscritores:
José Feliciano Costa, Abel Lourenço, Adélia Pinéu, Adelina Silva, Adérita Mourisco, Albertina Pena, Albertino Ferreira, Albertino Vaz, Alcino Pedrosa, Alexandre Oliveira, Alexandrina Carvalho, Almerinda Bento, Almiro Lopes, Amélia Vitorino, Américo Pereira, Ana Adão, Ana Batalha Domingues, Ana Catarina Gualberto, Ana Cristina Gouveia, Ana Cristina Martins, Ana Cristina Mateus, Ana Cristina Moutinho Valente, Ana Cristina Vitorino, Ana Estela Bernardo, Ana Gaspar, Ana Iglesias, Ana Isabel Guapo, Ana Lavanco, Ana Lúcia Mendes, Ana Luísa Silva, Ana Machado, Ana Mafalda Pernão, Ana Margarida Januário, Ana Maria Pescadarte Borges, Ana Moleiro, Ana Paradinha, Ana Paula Cunha, Ana Paula de Jesus, Ana Paula Melo, Ana Pontes, Ana Reis Ferreira, Ana Rita Ferreira, Ana Rita Lourenço, Ana Rita Costa, Ana Sofia Machado, Ana Zina, Anabela Albino, Anabela Colaço, Anabela Delgado, Anabela Rosmaninho, Anália Borges Gonçalves, André Carmo, Ângela Lisboa, Antónia Carreira, António Anes, António Avelãs, António Baixinho, António Cardoso, António Deodato, António Falé, António Magalhães, António Nabarrete, António Quitério, António Silva, António Vasconcelos, António Verdugo, Armandina Soares, Armando Almas, Arnaldo Sarroeira, Artur Baptista, Augusto Henriques, Augusto Pascoal, Avelino Peralta, Beatriz Rolim Vaudano, Berta Maria Bessone Ferreira Alves, Branca Gaspar, Bráulio Martins, Cândida Pargana, Carmelinda Silva, Carla Beirão, Carla Carvalho, Carla Coelho, Carla Franco, Carla Pintão, Carla Ribeiro, Carla Silva, Carlos Barros, Carlos Costa, Carlos Ferreira Marques, Carlos Leal, Carlos Medeiros, Carlos Silva, Carlos Simões, Catarina Ferreira Faria, Cátia Ferrão, Cecília Terroso, Célia de Jesus, Céu Silva, Cinilda Gentil, Cláudia Marques, Conceição Almeida, Conceição Dulce Olim, Cremilde Canoa, Cristina Coimbra, Cristina Didelet, Cristina Mendonça de Sousa, Cristina Pereira, Delfim Ramos, Deolinda Fernandes, Deolinda Martin, Diamantina Nunes, Dina Bernardino, Dulce Costa, Dulce Dias, Dulce Marçal, Edgar Gonçalves, Eduarda Gordino, Eduardo Alves, Eduardo Costa Pereira, Eduardo Mesquita, Elisa Paulo, Elisabete Manso Luís, Elisabete Silva, Elisabete Zagalo, Elsa Carvalho, Elvira Dias, Ermelinda Rosa, Estrela Matos, Eugénia Tavares, Everilde Pires, Fabíola Cardoso, Fátima Alentejano, Fátima Barata, Fátima Gomes Ferreira, Fátima Santos, Felizarda Barradas, Fernanda Ferrão, Fernanda Matias, Fernanda Moreira, Fernanda Teixeira, Fernando Pimenta, Filipa Carvalho, Filipe Rato, Filomena Ventura, Francisco César, Francisco Henriques, Francisco Janeiro, Francisco Silva, Gláucia Silveira Leal, Gonçalo Bernardino, Graça Dias, Graça Fernandes, Graça Sousa, Gracelinda Feixeira, Gracinda Santos, Helena Amaral, Helena Maria Vicente Mendes, Helena Morais, Hugo Wever, Ida Aleixo, Inácia Santana, Inês de Carvalho, Inez Marques, Isabel Faria, Isabel Ferreira, Isabel Gaspar, Isabel Oliveira, Isabel Reis, Isabel Ventura, João Correia, João Cunha e Serra, João Jaime Pires, João Maurício, João Nuno Campinas, João Olímpio Santos, João Ornelas, João Paulo Raposo, João Pedro Bogalho, João Trigo, Joaquim Pintão, Joaquim Raminhos, Joaquim Sarmento Guerreiro, Joaquim Veiguinha, Jorge Almeida, Jorge Gomes, Jorge Martins, José Carlos Frias, José Casimiro, José Florêncio, José Luís Martins, José Machado, José Mourão, José Pacheco, Leonel Pereira, Leonoreta Leitão, Lidia Gomes, Lígia Esteves, Luís Cravo Silva, Luís Miguel Bexiga, Luís Militão Gomes, Luís Saldanha, Luís Viana, Luísa Maria Luz, Manuel Ávila Martins, Manuel Carvalho da Silva, Manuel José Vasconcelos, Manuel Martins, Manuel Micaelo, Manuel Nunes, Manuel Mendes Nunes, Manuel Pereira dos Santos, Manuela Castro Neves, Manuela Esteves, Marcos Pinheiro Souza, Margarida Calado, Margarida Caldeira, Margarida Côrte-Real, Margarida Lopes, Margarida Tourita, Maria Alexandra Ramos, Maria Artemira Vieira, Maria Beatriz Martinho, Maria Conceição Reboredo, Maria Clara Águas, Maria da Ascensão Martins, Maria da Conceição Borrego, Maria da Conceição Garcia, Maria da Cruz Pintão, Maria da Glória Fonseca, Maria de Fátima Manuel, Maria de Lurdes Ferreira, Maria de Lurdes Paulo Costa, Maria de Lurdes Silva, Maria do Rosário Marto, Maria Elsa Silva, Maria Emília Morim, Maria do Céu Lopes, Maria Fernanda Contreiras, Maria Helena Estanqueiro, Maria Helena Felício, Maria Helena Gomes, Maria Helena Gonçalves, Maria Hermínia Saraiva, Maria Isabel Isidoro, Maria Isabel Menezes Pereira, Maria Isabel Rodrigues, Maria Isabel Ventura, Maria Jesus Reis, Maria João Caracol, Maria João Horta Santos, Maria João Mota, Maria João Raposo, Maria João Serpa do Vale, Maria Jorge Marchantinho, Maria José Carvalho Rocha, Maria José C. M. Santos, Maria José de Oliveira Sousa, Maria José Laranjo, Maria José Martins, Maria José Nascimento, Maria José Nunes, Maria Laura Correia, Maria Leonor Alves, Maria Leonor Marques, Maria Leonor Moreira Fonseca, Maria Luísa Vasconcelos, Maria Lurdes Nunes, Maria Luzia Prates, Maria Manuel Nascimento, Maria Manuela Completo Silva, Maria Manuela Machado, Maria Odete Cruz, Maria Paula Jales, Maria Penas Luís, Mário Berjano, Mário Luís Correia, Mário Sérgio Silva Bonito, Marta Salvado, Natália Bravo, Nazaré Mota, Nicolau Gonçalves Borges, Nuno Andrade, Nuno Miguel Lopes Pereira, Nuno Vasconcelos, Olímpia Miranda Rodrigues, Olinda Machado, Patrícia Carreira, Paula Alexandra Cardoso, Paula Antas, Paula Costa, Paula Cristina Santos, Paula Franco, Paula Raimundo, Paula Rodrigues, Paulo Alexandre Ferreira, Paulo Almeida Falcão, Paulo Franco, Paulo Sucena, Pedro Carromeu, Pedro Faria, Pedro Mota, Pedro Nunes, Penélope Coelho, Purificação Freire de Oliveira, Raquel Carvalho Pires, Ricardo Bolou, Ricardo Furtado, Ricardo Meira, Ricardo Prata, Rita Franco, Rita Gomes, Rolando Silva, Rosa Simões, Rosália Batalha, Rui Capão, Rui Curto, Rui Diogo Oliveira, Rui Fontinha, Rui Paiva, Rui Sampaio, Sandra Antunes, Sandra Barão, Sandra Gonçalves, Sílvia Baptista, Sílvia Folgado, Sílvia Timóteo, Susana Rocha, Teresa Nunes, Teresa Santos, Teresa Sécio, Tiago Dias, Tiago Sousa Derriça, Urquida Jardim, Valdemar Gomes, Vanda Costa, Vanda Silva, Vanessa Fernandes, Vera Maria Morais, Virgínia do Rosário Baptista, Vitor Barros, Vitor Bento, Wiliam Cardoso.

#umspglaindamaisforte
@umspglaindamaisforte



terça-feira, 14 de maio de 2019

UM SPGL AINDA MAIS FORTE

José Costa, Candidato a Presidente do SPGL pela Lista S
No próximo dia 16 de maio, os sócios do SPGL, vão escolher os corpos gerentes que vão dirigir o seu sindicato no quadriénio 2019 – 2021. 

Na campanha que ainda decorre, os candidatos da LISTA S levaram o seu projeto sindical às escolas e falaram com os Professores. 

Divulgaram este projeto coletivo, que integra a esmagadora maioria dos homens e mulheres que têm dirigido este sindicato nos últimos mandatos e ao qual se juntam um conjunto alargado de candidatos que trazem a renovação necessária para fortalecer ainda mais este sindicato. 

Os Professores perceberam que esta é uma lista de unidade, que este é um projeto coletivo que convive bem com novas ideias, com novas abordagens, porque sabemos que isso só nos fortalece. 

Foi fácil andarmos pelas escolas em campanha a falar deste projeto sindical. Os professores conhecem-nos na esmagadora maioria das escolas, vêm ter connosco, porque são dirigentes que vão lá, que dinamizam reuniões sindicais, que os esclarecem e os ajudam, que são o rosto do sindicato nas suas escolas. 

Esta é e sempre será a matriz do SPGL, a forte ligação às escolas, a forma empenhada e propositiva com que está na defesa dos direitos dos professores, mas também na construção de uma sociedade mais justa e mais democrática. 

Caro colega 

Votar na LISTA S é votar num coletivo dedicado e competente, composto por homens e mulheres, professores e professoras competentes e dedicados nas suas escolas enquanto profissionais, mas também enquanto dirigentes e ativistas sindicais, motivados e envolvidos na construção de UM SPGL AINDA MAIS FORTE. 

VOTA LISTA S 

JOSÉ COSTA

segunda-feira, 13 de maio de 2019

SOBRE O NÚMERO DE “ELEITORES” - O GRÁFICO DA LISTA A ENVERGONHA QUALQUER PROFESSOR QUE SE PREZE…PORQUE É MENTIROSO



Numa manobra de assustadora indigência alguém da lista A divulgou nas redes sociais um gráfico sobre a diminuição do número de sócios/eleitores do SPGL entre 2006 e 2019, dissociando os dados utilizados da evolução negativa do número de professores no sistema. A falta de rigor partindo de (supostos) professores é um insulto à classe docente.


*
Qualquer professor decente, se quisesse explicar aos seus alunos a taxa de sindicalização, aos dados do número de sócios do sindicato acrescentaria, de imediato, o número de professores existentes nos períodos em análise. Segundo a PORDATA*, em 2006 havia no ensino não superior 181.433 professores da educação pré-escolar ao secundário. Em 2017 (último ano com dados), o número de docentes, sem ter em conta outros que também tiveram acentuado decréscimo, como por exemplo os do ensino superior caiu para 145 549, por razões que todos bem conhecemos. Só por milagre tal queda do número de professores não se repercutiria no número de sócios dos sindicatos. Aliás, nesta matéria, a situação do SPGL é bem melhor do que os restantes sindicatos de docentes, devido ao bom trabalho desenvolvido pelas direções que exerceram os seus mandatos nos anos referidos. 

Mas um professor que se preze teria também de atender ao modo como é encontrado o número de eleitores. Desde 2006, o SPGL decidiu tornar rigoroso o número de sócios, eliminando dos cadernos todos os professores que tenham perdido a condição de sócio por falta de pagamento, ou outros. É fácil aumentar o número de sócios se não houver limpeza de ficheiros. Também aí o SPGL é quase uma exceção. 

Mas o mais aberrante é que a Lista A tenha entre os seus apoiantes o ainda presidente do SPGL que, ainda há poucos meses, apresentou ao Conselho Geral do SPGL um relatório e contas confirmando o aumento do número de sócios do SPGL em situação regular… 

Um pouco de honestidade não lhes ficaria mal!

Manuel Micaelo


domingo, 12 de maio de 2019

SPGL: UM SINDICATO PRESENTE COM APOSTA NO FUTURO

António Avelãs, Presidente do SPGL entre 2006 e 2015
Sócio n.º 920
Fui presidente do SPGL entre 2006 e 2015. Na atual direção exerço as funções de coordenador do setor de informação. Desde a fundação do SPGL fui delegado sindical nas escolas onde fui colocado e, mais tarde, membro da direção com António Teodoro e vice-presidente com Paulo Sucena. Orgulho-me, pois, de ter contribuído, com um larguíssimo número de professores de diversas tendências políticas e sindicais, para construir o que é hoje o SPGL 

Construímos um SPGL que faz da sua efetiva ligação às escolas e aos professores a razão da sua força. Ligação efetiva porque sustentada no facto de os seus dirigentes -todos- se manterem com funções letivas nas escolas a que pertencem, situação única no universo dos sindicatos de docentes. Os professores conhecem-nos! 

Construímos um SPGL que inspira confiança aos seus sócios pela elevada qualificação dos serviços de apoio aos sócios e contencioso. 

Construímos um SPGL que proporciona aos sócios e aos professores informação objetiva, em tempo útil. 

Construímos um SPGL capaz de mobilizar massivamente os professores para as lutas em defesa da profissão docente, da qualidade da escola pública e pela construção de uma sociedade mais justa, mais igual, mais solidária. 

Construímos um SPGL capaz de defender os direitos dos docentes das escolas particulares e cooperativas, tornando-se de facto o sindicato “de referência” neste setor - com real implantação entre estes docentes. 

Construímos um SPGL capaz de intervir eficazmente na discussão das matérias pedagógicas necessárias a um ensino de qualidade para todos; um SPGL que aposta na escola pública, divulgando através dos seus meios de informação o que de muito bom se faz nas nossas escolas com a dedicação e profissionalismo de professores e educadores. 

Construímos um SPGL aberto à cultura, com a excelente oferta no campo das artes proporcionado pelo Espaço António Borges Coelho (ESPAÇO ABC) 

Construímos um SPGL que proporciona aos sócios aposentados atividades dinâmicas, ricas e integradores que lhes permitem um envelhecimento ativo. 

Construímos um SPGL aberto à sociedade, apoiando grupos e movimentos de índole diversa orientados pelo combate às injustiças sociais, particularmente a precariedade laboral, pelo combate à degradação climática, pelo apoio a refugiados e migrantes, etc. 

Construímos um SPGL socialmente respeitado. 

Construímos um SPGL profundamente democrático no seu funcionamento. 

É este SPGL que a LISTA S quer continuar, aperfeiçoar e melhorar. 

Por isso, voto convictamente na LISTA S: por Um SPGL AINDA MAIS FORTE 

António Avelãs, sócio 920.

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

sexta-feira, 10 de maio de 2019

O MEU APOIO À LISTA S - Paulo Sucena

Paulo Sucena

Aos camaradas da Lista S transmito o meu total apoio. Lista S de sindicato. De SPGL. De sindicalismo determinado e firme. É um apoio nascido da solidariedade que aqui manifesto a uma equipa, a que me honro pertencer, cujos membros foram decisivos para que o SPGL prosseguisse um caminho de engrandecimento do sindicalismo de que é um inquestionável pilar, com características únicas em muitos aspetos.

E não quero acrescentar mais nada, porque a forma superior como cada um de vós, em diferentes circunstâncias, contribuiu para o desenvolvimento de um sindicalismo democraticamente combativo e consequente dispensa a retórica de frases feitas que, de tão repetidas por toda a gente, foram perdendo sentido ao longo do tempo.

Voto Lista S com a satisfação de quem sabe que não está a votar numa equipa movida por ocultas ambições pessoais, mas sim em futuros dirigentes capazes de sagazmente lutarem por um ensino de qualidade, ministrado, numa escola que queremos democrática, por educadores e professores cujos direitos e cuja revalorização profissional e prestígio social serão objetivos sacramentais da ação da Lista S quando os seus elementos forem eleitos para os Corpos Gerentes do nosso Sindicato.

Respeito todos os candidatos, mas para mim votar Lista S é votar no SPGL a que dediquei muitos anos de trabalho.

VOTE LISTA S

Paulo Sucena

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Sindicalismo nem partidário nem populista

Francisco Martins da Silva
Os partidos políticos são essenciais em democracia. São a matriz dos governos democráticos. Induzir a contínua adequação dessa matriz aos interesses dos trabalhadores é a missão dos sindicatos. Só os sindicatos conseguem obter dos governos melhorias das condições de vida das classes trabalhadoras porque são as únicas organizações que fazem a mediação governo-trabalhador, sem a qual a conquista de direitos é inviável. Nenhum governo o faz espontaneamente. Espontaneamente, os governos apenas cortam salários e retiram direitos. 

Para que a mediação governo-trabalhador tenha a plena confiança das classes trabalhadoras e seja eficaz, a actividade sindical tem de ser apartidária. 

Um sindicato não tem como missão fazer oposição a este ou àquele governo, aliando-se a partidos políticos. A missão sindical é tão só contrariar políticas que sejam lesivas dos interesses do respectivo sector profissional, venham de que governo vierem. 

O sindicalismo tutelado por partidos sempre foi uma péssima ideia. Hoje, tal sindicalismo está fora de tempo. Os sindicatos, sobretudo na Europa, estão em queda no que respeita à sua representatividade, muito por causa da percepção da sua filiação partidária. Em Portugal, a percentagem de sindicalizados caiu de cerca de 60% em 1979 para menos de 10% em 2019. 

Por causa da corrupção, há nas sociedades actuais uma pulsão anti-sistema que faz dos termos “política” e “políticos” autênticos palavrões obscenos. Neste contexto, os sindicatos — e as suas federações — só têm vantagem em afastarem-se dos partidos. E esse será o primeiro passo para reverter a queda da sindicalização — a par de maior atenção aos trabalhadores precários, de melhor oferta de serviços complementares no âmbito da protecção na saúde, no desemprego ou na velhice, e da coordenação com as comissões de trabalhadores. 

Por outro lado, um sindicalismo situacional, populista, que baseie os processos de reivindicação laboral na desconfiança relativamente à democracia e aos modelos sindicais institucionalizados — como é o traço identitário dos novos sindicatos anti-sistema —, afasta-se dos princípios da solidariedade laboral, que sempre conferiram unidade às lutas das diferentes profissões e que dão sentido ao movimento sindical. Este sindicalismo exclusivo tende a colocar os processos reivindicativos fora da regulação democrática dos conflitos laborais e, acima de tudo, opõe os sectores profissionais que representa à restante sociedade, negando assim a sua utilidade na prossecução do bem comum. A menos que os sindicatos tradicionais, apartidários, recuperem o espaço perdido, este sindicalismo populista, de aparente eficácia no imediato, prejudicará mortalmente o movimento sindical no futuro. 

Por UM SPGL AINDA MAIS FORTE! 
Francisco Martins da Silva

O autor escreve de acordo com a anterior grafia

sábado, 27 de abril de 2019

Por um SPGL cada vez mais FORTE - Vota Lista S

Ana Cristina Martins, Professora do 1CEB
Nos finais do século XVIII, quando a revolução industrial eclodiu em Inglaterra e se instalou progressivamente na Europa e nos Estado Unidos, as relações de trabalho sofreram alterações profundas.


Perante a industrialização, a detenção dos meios de produção, do capital, das matérias primas, os trabalhadores apenas tinham a sua força de trabalho e cedo perceberam que, individualmente, nada podiam contra o poder de quem os explorava para obter cada vez maiores lucros.


Foi assim que nasceram os sindicatos, da perceção de que só juntando forças se pode reagir à pressão de quem detém o controlo sobre as condições de trabalho.


A força de trabalho que gera riqueza e é alicerce de funcionamento da sociedade constitui um poder inestimável. Os sindicatos, enquanto associações de profissionais que juntam força para defender a sua atividade e melhorar as suas condições de trabalho, são organizações fundamentais.


Talvez nunca como hoje, em pleno século XXI, tenha sido tão necessário lembrar o óbvio. As conquistas e a melhoria das condições de trabalho, os direitos consolidados, toldam a memória e são muitas vezes os próprios trabalhadores que desvalorizam e diminuem a importância dos sindicatos. Em tempo de acalmia, é fácil esquecer que “nenhum de nós é tão bom quanto nós todos juntos” (Ken Blanchard).


Sindicalizada no SPGL há 30 anos, desde que iniciei a minha atividade como professora, sei que não há outra forma de defender a minha profissão. Só através de organizações representativas, plurais, credíveis, afirmamos a defesa da nossa profissão e cuidamos das condições em que ela se desenvolve.


O SPGL, um dos maiores sindicatos do país e o maior sindicato de professores, nasceu oficialmente a 2 de maio de 1974; Quarenta e cinco anos ao longo dos quais se distinguiu sempre pela sua prática democrática, enquanto casa de todos os professores.


Em maio próximo, o SPGL vai a votos de novo e de novo com mais do que uma lista candidata aos seus corpos gerentes, como é normal e desejável em qualquer instituição democrática.


A lista que apoio tem como lema “Por um SPGL cada vez mais forte” e este apoio tem duas razões simples:


A primeira delas o facto de reconhecer a quem encabeça este projeto, a capacidade de assegurar um SPGL fiel à sua matriz plural e democrática, um sindicato comprometido com a defesa dos interesses dos professores que representa, alicerçado no trabalho coletivo, livre de tendências individualistas e ambições pessoais e partidárias.


A segunda delas o reconhecimento de que só esta lista, pela sua composição e princípios enunciados no seu programa, é absolutamente representativa de todos os sectores e graus de ensino, não menorizando nenhuma reivindicação, nenhum docente.


Porque nenhum de nós é tão bom quanto nós todos juntos, vamos dar força a um SPGL cada vez mais forte. Por todos, para todos!

Ana Cristina Martins

#UMSPGLAINDAMAISFORTE

@UMSPGLAINDAMAISFORTE

Junta-te a nós...


Caros colegas e amigos sócios do SPGL

Vitor Bento, Professor,
Dirigente Sindical do SPGL
Sindicalizei-me, tal como muitos de vós, ainda no século passado. Antes era sócio de outro sindicato mas, por constatar que o SPGL era o único sindicato que realmente tinha e apresentava trabalho real nas escolas e que pugnava com firmeza pelos direitos dos professores e educadores, deixei o outro sindicato e sindicalizei-me no SPGL.

Ainda no século passado, na Escola Secundária do Cartaxo, e no decorrer de uma reunião sindical fui convidado, pelo colega Dirigente António Silva, e eleito pelos colegas da Escola para Delegado Sindical.

Já neste século, no ano de 2002, fui convidado (mais uma vez pelo António Silva) para integrar as listas. Ganhámos as eleições, fomos eleitos e desde então que sou Dirigente do SPGL.

Sinto que o SPGL tem estado, está e estará na vanguarda da luta; sei que o caminho se faz caminhando e que o caminho é a luta. Sei que o nosso caminho não é nem tem sido feito de facilidades, sei que apesar de todos os obstáculos, abusos, atropelos e constrangimentos o SPGL luta na procura da conquista e retoma de direitos e pela dignidade da profissão e do exercício da atividade docente.

Junta-te a nós, caminha e luta connosco e teremos um SPGL ainda mais FORTE.

Eu, faço parte e apoio a lista “Um SPGL ainda mais FORTE”.

Durante mais de duas décadas fui professor na Escola Secundária do Cartaxo, foi lá que nasci para a atividade sindical, e aí, mais do que em qualquer outra escola, que todos sabem e conhecem o meu empenho e a minha dedicação à causa dos Professores e Educadores e à causa sindical, tanto na mobilização como na ajuda e esclarecimento dos colegas, ao ponto de esporadicamente ter “ouvido” que abusava das intervenções em “fóruns” menos apropriados (Reuniões de Departamento, Grupo/Área Disciplinar, Diretores de Turma/Curso); talvez que algumas das observações fossem pertinentes.
Pontualmente, tive algumas “pegas” com Presidentes do Conselho Diretivo/Diretores, sempre de forma institucional, na qualidade de Delegado ou Dirigente Sindical e na defesa dos colegas, é assim a vida de um Delegado e de um Dirigente; tanto mais quando nos deparamos com colegas que no exercício de determinado cargo se arrogam com a prorrogativa de poder “fazer” leis.
Nos últimos anos, e por ter sido sucessivamente eleito, tenho sido Dirigente na Direção Regional de Santarém e assegurado o cargo de Tesoureiro desta Direção Regional. Para o presente ato eleitoral e em virtude de várias vicissitudes e alguns constrangimentos fui indicado e convidado para a Coordenação da Direção Regional e, por isso, apelo a todos os sócios do SPGL, o apoio, a subscrição e o voto na nossa lista “Um SPGL ainda mais FORTE”.

Hoje, já não estou na Escola Secundária do Cartaxo, sou professor no Agrupamento de Escolas de Almeirim (na Escola Secundária Marquesa de Alorna) – procurei apenas ficar mais perto da minha residência. É neste novo ambiente (neste novo contexto) que hei-de continuar o caminho e que hei-de continuar a lutar pelos direitos e pela dignidade dos professores.

Pelo direito e pela dignidade de:
- uma aposentação justa
- da legalidade dos horários de trabalho
- da destrinça entre componente letiva e componente não letiva
- da contagem integral do tempo de serviço
- de uma gestão democrática nas escolas

Junta-te a nós, apoia, subscreve e vota
Lista S

“UM SPGL ainda mais FORTE”

Vítor Bento

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Música porque sim

Ana Mafalda Pernão, Professora, na
 Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, Lisboa
A música é algo que todos nós, mais do que simplesmente ouvir, sentimos. Dizemos “gosto desta cantora” ou simplesmente “esta música dá-me vontade de dançar” ou ainda recordamos factos passados porque “esta música passou no nosso casamento”. Ela é talvez, sem grande margem de erro, a arte mais presente no nosso dia-a-dia, e aquela que mais facilmente todos nós podemos praticar. 

Apesar disso, a música ainda afasta da sua prática grande número de pessoas no nosso país, as quais consideram que não “sabem nem percebem” nada de música. Embora a música esteja tão próxima de nós, muitos pensam que os conhecimentos que têm não são suficientes para se abalançarem a fazer música eles próprios. 

Só com uma prática musical desde o pré-escolar podemos encorajar cada uma das nossas crianças a tomar a música como meio de expressão para a sua vida, conhecendo a sua linguagem de forma a apreciar e fazer música retirando toda a satisfação que ela proporciona. 

A prática musical é mais uma competência para enfrentar o novo mundo global, para além de complementar a estruturação de cada um de nós. Com ela ajudamos a construir o capital cultural que cada um utilizará na sua vida. 

A música tornar-se-á um saber incorporado, constituindo mais uma ferramenta que pode desenvolver para o futuro. E se for sua vontade, a porta do ensino especializado artístico será aberta para um estudo mais aprofundado, para um novo caminho a percorrer, no sentido de uma formação como músico profissional. 

É preciso defender que a prática da música se torne efetiva e de qualidade no ensino obrigatório desde o seu início, com uma verdadeira expressão no currículo, e lecionada por docentes específicos. 

É preciso criar a ligação entre o ensino genérico e especializado da música, dando maior coerência às ofertas hoje existentes, de forma a aproveitar e apoiar as iniciativas de valor comprovado que possam ser integradas no sistema. 

É preciso valorizar o saber dos docentes de música e promover a sua participação na construção dos cidadãos do futuro. 

Ana Mafalda Pernão

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

terça-feira, 2 de abril de 2019

Os Professores do continente entre 2005 e 2017 só trabalharam pouco mais de 2 anos?

Anabela Delgado, Professora,
Coordenadora Inter-setorial do SPGL
Os professores são muitas vezes apontados como uma classe privilegiada por ter uma carreira assente apenas na “passagem do tempo de serviço”, esse tem sido aliás a justificação apresentada pelo governo para ter contado a totalidade do tempo “roubado” aos trabalhadores das carreiras gerais da função pública e recusar-se a fazê-lo a outros, entre os quais os professores! 


Os governos entre 2005 e 2017, com um pequeno interregno em 2009 e 2010, decidiram unilateralmente fazer de conta que os trabalhadores da função pública
não trabalhavam. Este governo continua a jogar o mesmo jogo com os professores - faz de conta que não trabalharam. Aliás, alguns trabalharam - estavam colocados nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores! 

Os do continente, esses, talvez tenham trabalhado uns 2 anos, 10 meses e qualquer coisa… mas como se recusam a admitir que isso é falso já que trabalharam os mesmos dias que os colegas dos Açores e da Madeira, por castigo - ainda que o governo tenha que voltar à mesa das negociações, na medida em que a Lei do Orçamento de Estado o impõe - o Primeiro Ministro afirmou à comunicação social que o OE é para aplicar até ao final do ano e ainda só estamos em janeiro. Será que António Costa está a admitir que não será governo após as eleições de outubro?!

Anabela Delgado

domingo, 31 de março de 2019

“UM SPGL AINDA MAIS FORTE CONTA COM OS PROFESSORES APOSENTADOS”


Bráulio Martins, professor aposentado,
atual vice-presidente da MAG
No Departamento de Professores e Educadores do SPGL (DA) temos tido, sempre, como principal objetivo, a ação reivindicativa. Temo-la definido em conjunto com todos os sindicatos da FENPROF, para além de termos representantes na União dos Sindicatos de Lisboa (USL), na Inter-reformados da CGTP-IN, e na comissão de aposentados da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública. Em conjunto com estas organizações ganhámos, perdemos e recuperámos direitos e concluímos que efetivamente A LUTA VALE SEMPRE A PENA.

Temos vindo a desenvolver este trabalho desde que os aposentados se organizaram, nos anos noventa, com o objetivo imediato de lutar pela atualização das pensões de aposentação de todos os docentes tendo em conta a aprovação do Estatuto da Carreira Docente em abril de 1990, uma luta ganha passados 10 anos! Comemorámos ao nível da FENPROF os 25 anos do 1º Congresso dos Aposentados, no passado dia 26 de novembro.

Começámos com uma centena de sócios. Quando passámos a DA tínhamos cerca de 700 e chegámos aos 2511 em 2014. Infelizmente a crise económica e social fez diminuir os sócios e hoje somos cerca de 2 262. 

Começámos como grupo de trabalho que depois passou a Departamento de acordo com os Estatutos do SPGL, assente em 4 Comissões Regionais - Oeste, Santarém, Setúbal e Lisboa - com o propósito de alcançarmos um maior envolvimento dos sócios, organizando e desenvolvendo atividades nas diversas regiões sindicais.

Paralelamente apostámos em frentes de trabalho como a informação, a formação e as ações sócio culturais. 

No âmbito da Informação temos procurado desenvolver ações que mantenham os sócios a par de todas as nossas atividades e reivindicações através do site do SPGL, do EI e da nossa página do facebook.

É principalmente nas ações sócio culturais que mais se sente a participação dos sócios aposentados. 

Realizámos ações diversificadas e avaliadas como bem conseguidas: visitas a exposições e monumentos, ida a teatros, passeios e excursões, apresentação de livros, debates, etc… que tiveram o reconhecimento comum de enriquecimento cultural dos participantes. Foram socialmente gratificantes, e, ao mesmo tempo, proveitosas como espaço de informação e debate sobre as questões e as matérias de natureza reivindicativa. Há sempre um “momento sindical”. 

A participação dos sócios e apresentação de novas propostas continuam a aumentar. 

Há, contudo, a necessidade de avaliarmos continuamente o trabalho, para conseguirmos, por exemplo, aumentar o número de sócios que, ao aposentarem-se assim permaneçam, de forma a melhorar a participação nas ações de luta.

É este o trabalho a que nos comprometemos dar continuidade. 

Bráulio Martins 

#UMSPGLAINDAMAISFORTE 

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Apoio Um SPGL ainda mais FORTE

Everilde Pires, Professora aposentada,
Dirigente Sindical do SPGL
Desde o dia 2 de Maio de 1974 que apoiei a criação de um Sindicato de Professores - O S.P.G.L. - cujo objetivo era lutar pela melhoria das condições dos professores e do sistema de ensino que, até ali, fora sufocado por um regime que cerceava a nossa liberdade e reprimia  toda a criatividade e vontade de agir. Entre as alegrias e as esperanças que o 25 de Abril nos proporcionava  estava,  precisamente, a possibilidade de poder participar de forma ativa na construção de uma sociedade mais justa, mais esclarecida, mais interventiva, usando a nossa  condição de educadores, podendo colaborar, na transformação que se impunha, do sistema educativo.

E assim fui acompanhando o trabalho que cabia a uma Direção Sindical, a quem louvo a coragem e a determinação. Não  foi fácil lutar contra o status quo estabelecido e contra aqueles que se opunham à gestão democrática das escola, à democratização do ensino, à  criação de um estatuto do professor, à Lei de Bases do Sistema Educativo. E se menciono todas estas difíceis e morosas conquistas é precisamente porque elas se devem ao trabalho, à persistência, à luta do nosso Sindicato

Tendo integrado a Direção Regional de Santarém nos anos 80, posteriormente a Direção central, pude ver de perto e participar ativamente nos problemas de uma classe mal paga, sobrecarregada e a perder prestígio devido ao desrespeito manifesto de sucessivos ministérios (que não é preciso citar). E é por todas estas razões, com o sindicalismo como uma segunda pele, que tenho continuado  a dar-lhe a minha colaboração, sem peias nem medos.

A situação atual de incumprimento ao estabelecido no orçamento de 2019, entre outras arbitrariedades e vontades que tentam impor aos docentes e à escola Pública não podem passar. Por tudo isto me associo à luta da minha classe e do meu Sindicato, apoiando este projeto - UM SPGL AINDA MAIS FORTE.

Everilde Maria de Oliveira Pires

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segunda-feira, 25 de março de 2019

A Educação pré-escolar e os(as) Educadores(as) de Infância

Cremilde Canoa, Educadora, Dirigente Sindical do SPGL

O acesso à educação é um direito de todas as crianças. Dada a importância das primeiras aprendizagens é atribuído à educação de infância um papel relevante na promoção de uma maior igualdade de oportunidades relativamente às condições de vida e aprendizagens futuras.

As Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar são o alicerce pedagógico da educação de infância, centrando‐se no desenvolvimento e aprendizagem das crianças que frequentam o jardim de infância. Para a sua concretização exige-se aos docentes da educação pré-escolar importantes responsabilidades pedagógicas.
Hoje, mais do que nunca, ser Educador(a) de Infância é acentuar o profissionalismo e valorizar a componente educativa, assumindo-a como vertente fulcral no processo ensino/aprendizagem que se inicia na educação pré-escolar; é reforçar sem preconceitos a prática pedagógica assente nas Orientações Curriculares; é ensinar a desenvolver as capacidades, promovendo novas aprendizagens em contextos de intencionalidade educativa; é permitir às crianças poderem aprender a participar no seu mundo e contribuir para ele com a sua criatividade, sensibilidade e espírito crítico; é, tal como qualquer outro docente, planificar, programar, avaliar e reformular a atividade curricular.  
Deste modo, há que dignificar, valorizar e reafirmar o papel dos(as) Educadores(as) de Infância como agentes ativos do sistema de educação e ensino e como docentes de pleno direito.
Conseguir-se reconhecer a essência da docência na educação pré-escolar é, entre outras coisas, uma forma de estar crítica e combativa.


Cremilde Canoa

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
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segunda-feira, 4 de março de 2019

Porque quero “um SPGL ainda mais FORTE”.

    Ana Cristina Gouveia,
    Dirigente Sindical do SPGL, Lisboa
  • Porque acredito que um sindicato de professores só poderá ter a ganhar, quando se junta a experiência do trabalho sindical de quem tem dirigido o SPGL aos que recentemente iniciaram o seu percurso na atividade sindical e onde me incluo.
  • Porque reconheço na pluralidade uma característica saudável que tem vindo a marcar o percurso histórico do SPGL.
  • Porque desejo que o SPGL continue ainda mais forte num contexto político e social que teima em querer diminuir a importância dos sindicatos, dos professores e da Escola Pública.
  • Porque como dirigente sindical acredito no trabalho realizado de forma empenhada e responsável nas escolas.
  • Porque acredito que um SPGL suportado numa unidade mais ampla poderá de modo mais eficaz contribuir para um diálogo verdadeiramente democrático sem preconceitos e sectarismos.
  • Porque sendo nova “nestas lides” aprendi que a unidade existe. Porque somos todos professores, não perco o ânimo. Quero um SPGL ainda mais FORTE, porque a luta continua!!
  • Porque quero um país mais inclusivo!

Ana Cristina Nunes Gouveia

#umspglaindamaisforte
@umspglaindamaisforte

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

É importante continuar a resistir

Paula Santos
Educadora, Dirigente do SPGL
Num mundo laboral feito de precariedade, baixos salários, prepotência patronal e ausência de direitos laborais. Se quisermos continuar a resistir à ofensiva contra a classe, visando a sua domesticação e proletarização, os professores do século XXI não dispensarão a existência de organizações que colectivamente os defendam e representem, por isso unamo-nos num SPGL mais forte e coeso.

Paula Santos

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Por Um SPGL Ainda Mais Forte

Maria do Céu Silva, Educadora
Dirigente Sindical
Coordenadora Regional de Santarém
do SPGL
Subscrevo esta candidatura por Um SPGL Ainda Mais Forte porque acredito no trabalho sério e honesto desempenhado por mim e pelos meus camaradas ao longo dos anos na Direção do SPGL.


Ao longo dos anos ouvi, debati e lutei por aquilo a que dou valor, a minha profissão.



Estive(mos) presente(s) nas escolas, em encontros formais ou informais, com os professores ouvindo as suas opiniões sobre os diversos desafios com que somos confrontados no dia a dia.



Como membro da atual direção tenho a certeza que os objetivos traçados na candidatura foram cumpridos, com isto não quero dizer que não podemos ir mais além, claro que sim... não podemos é apagar todo o trabalho desenvolvido por nós dizendo que..." É tempo de sermos sindicato". Então o que fomos até aqui?
Não sei...


Somos um sindicato interventivo, lutador e defensor da classe docente? SIM.


Por tudo isto farei parte desta candidatura que representa a continuação de um trabalho que começou há muito tempo e assenta na persistência de todos nós em ultrapassar todos os muitos obstáculos com que nos deparámos e continuamos a enfrentar.



Por Um SPGL Ainda Mais Forte



Maria do Céu Silva sócia nº 44763

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE