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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Discurso de José Costa, Presidente do SPGL, na tomada de posse dos Corpos Gerentes do SPGL, para o próximo Quadriénio 2019 - 2013

Quero começar por saudar e agradecer a presença: 

Da CGTP, na pessoa do seu Secretário-geral, dos camaradas coordenadores das uniões de sindicatos da coordenadora da Frente Comum, dos camaradas coordenadores dos Sindicatos que integram a Fenprof, dos nossos sócios, restantes convidados.

Quero também felicitar os camaradas que, participando neste processo eleitoral como candidatos, foram eleitos para os Corpos Gerentes do SPGL para o próximo quadriénio 2019-2023. Estendo também esta saudação aos camaradas que, por força da escolha da maioria dos sócios, não foram eleitos. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista S, para a Direção Central e para a MAG, renovando a confiança na atual direção. Este é um facto inegável que ato nenhum pode desmentir, pois a diferença de 639 votos clarificou largamente essa escolha. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista S para a Direção Regional de Lisboa, tendo esta lista ganho por uma diferença de 405 votos. 

Os sócios votaram também maioritariamente na Lista S para a Direção Regional do Oeste onde esta Lista ganhou por uma diferença de 370 votos. 

Os sócios votaram maioritariamente na Lista A para a Direção Regional de Setúbal, tendo esta lista ganho por uma diferença de 62 votos, 

Votaram também maioritariamente na Lista A para a Direção Regional de Santarém onde esta Lista ganhou por uma diferença de 52 votos. 

Os sócios votaram ainda maioritariamente na Lista S, em todas as votações para as Áreas Académicas do Ensino Superior. 

De acordo com o método de Hondt, a Lista S elegeu para o Conselho Geral dezoito membros, a Lista A, 13 membros e a Lista C, um membro. 

Ainda de acordo com este método a Lista S elegeu para o Conselho fiscal 3 membros e a Lista A dois. 

.A Lista S apresentou-se como a Lista da continuidade, a Lista que assumia o trabalho desenvolvido pela anterior direção, coletivo que, aliás, integrou maioritariamente este projeto de continuidade, mas que procurou sempre renová-lo com a entrada de novos candidatos que, na sua esmagadora maioria, já tinham provas dadas no ativismo sindical docente. 

Os sócios, ao votarem maioritariamente na Lista S, reconheceram a nossa presença nas escolas. 

Sim, camaradas, a nossa presença nas escolas. Esta sempre foi e continuará a ser a matriz do SPGL. 

Foi a 2 de maio de 1974, ainda com o perfume de abril no ar, numa reunião geral de professores, inicialmente prevista para a Escola Preparatória Manuel da Maia em Lisboa e, posteriormente, transferida para o então Pavilhão dos Desportos devido à afluência de milhares de professores que nasce o SPZGL, depois SPGL. 
Reunião que elege ainda para a Comissão Instaladora Provisória desta estrutura, Homens e Mulheres profundamente ligados à constituição dos Grupos de Estudo do Pessoal Docente do Ensino Secundário. 

Homens e mulheres que tiveram a coragem suficiente para, em pleno Fascismo, se organizaram para lutar pelos direitos dos Professores. 

Foi também, já em pleno período revolucionário que, diretamente nas escolas, sempre com os Professores, se exigiu a Gestão Democrática, as colocações por concurso, a obrigatoriedade da formação dos professores, um Estatuto para os Professores, o reajustamento da letra, a construção de uma carreira e tantas outras justas reivindicações. 

Este Sindicato esteve com os Professores, quando se lutou no ensino superior por um sistema único integrado e diversificado e também por uma carreira docente no Politécnico com elevados padrões de qualidade. 

Mais recentemente, em 2007, estivemos também com os Professores, quando foi materializado um profundo ataque à Carreira Docente perpetrado por Maria de Lurdes Rodrigues e por uma equipa incompetente que, na 5 de Outubro, pautou a sua atuação pela mais abjeta tentativa de humilhação da Classe Docente. 

Este ataque fazia recuar, por via da alteração do ECD, a situação profissional dos Professores aos anos 80. 

Foi também este o período do maquiavélico e doentio processo de avaliação dos Professores, que nunca foi aplicado na íntegra porque os professores foram resistindo ao processo e à insidiosa campanha contra eles montada na opinião pública pelo governo da altura e com a ajuda de fervorosos pontas de lança, alguns dos quais ainda andam por aí. 

Foi também com os Professores que estivemos na luta contra o fim da Gestão que, de democrática, já pouco tinha, foi o período do retorno do diretor à Escola. 

Depois, foi a chegada dos Mega agrupamentos e do ataque desbragado à atividade sindical, com a Lei 59/ 2008, cuja característica mais visível era perverter totalmente a representatividade dos maiores sindicatos. 

O SPGL, o maior Sindicato de Professores português, teve uma redução de cerca de 2/3 dos seus créditos para o trabalho sindical. Apesar destas dificuldades, a ligação às escolas, matriz determinante deste sindicato, manteve-se. 

Continuamos e queremos continuar a estar presentes nas escolas e na nossa área de influência sindical; nenhum outro sindicato de professores o faz como nós. 

A nossa visibilidade nas escolas é e sempre será uma realidade, mas também nas ruas, quando, por exemplo, em 2008 os Professores expressaram nas ruas o seu descontentamento, nas manifestações realizadas no consulado de Maria de Lurdes Rodrigues. O SPGL lá estava, com grande visibilidade, marcando a sua presença. 

E foi também com os professores que estivemos no novo ciclo que se iniciou em 2011: era o momento de Passos, Portas e Crato na Educação, chegava a Troika. Empobrecer o país era o objetivo. 

O ataque à escola pública enquanto motor de transformação social, assumiu dimensões jamais vistas. 

A escola pública passou a ser objetivamente degradada, a intenção era clara: criar espaço para a privatização da educação. 

Mas também aqui os professores souberam resistir, foram eles e os seus sindicatos, nomeadamente os da FENPROF, que derrotaram a tentativa do aumento do horário de trabalho para as 40 horas, o que implicava o despedimento de milhares de Professores. 

A greve às avaliações finais de 2012 teve, na área do SPGL, níveis de adesão de praticamente 100%. 

Para isso, muito contribuiu a nossa implantação nas escolas, o acompanhamento que quase diariamente fazíamos e que ajudou significativamente a criar dinâmicas entre os professores, as quais contribuíram decisivamente para o êxito desta luta. 

Aqui, foi também o SPGL que, mais uma vez, esteve presente nas escolas. 

Mas foram também os Professores e os seus sindicatos que derrotaram a PAC e que, enquadrados nas lutas com os outros trabalhadores da Administração Pública, travaram o processo de Municipalização da Educação, retomado na atual legislatura. 

Foram os Professores que ajudaram a criar condições para travar a requalificação, acabando com uma lei que permitiria o despedimento de milhares de Funcionários Públicos, Professores incluídos. 

Mas, como é óbvio, não estamos sozinhos, nem nunca quisemos estar. 

Participámos sempre de forma ativa, empenhada e solidária na vida da nossa Federação, a FENPROF. 

Foi ativa e empenhadamente que participámos na vida da CGTP e é da mesma forma que participámos nas atividades da FRENTE COMUM, estrutura que, aliás, sempre reconhecemos como uma Plataforma de grande capacidade de negociação e intervenção. 

A atual solução governativa, viabilizada pelos partidos da esquerda parlamentar, criou nos Professores justas expetativas. 

Não deixando de reconhecer que houve algumas mudanças, positivas, nomeadamente na recuperação de alguns rendimentos, em alguns setores da população, no descongelamento de carreiras e na mudança até de alguns paradigmas ideológicos, a verdade é que muitas das justas expetativas saíram goradas. 

Continuamos com a sobrecarga dos horários de trabalho que, associado ao desgaste provocado pelo prolongamento da idade ativa dos professores, tem implicado uma acelerada degradação das condições de trabalho nas escolas. 

Mantém-se o flagelo da precariedade, que continua a assolar ainda milhares de professores e que permite que colegas nossos com duas e três décadas de profissão estejam, ainda, por vincular. 

Continuamos a verificar uma ausência de respostas às nossas propostas de recuperação integral do tempo de serviço trabalhado e não contado. 

Estes são os desafios que temos pela frente, mas sempre os enfrentámos, nas escolas, sempre com os Professores e eles sabem disso; a nossa presença nas escolas é reconhecida, mesmo na discordância. 

Vão surgindo recentemente, estruturas, tenho alguma relutância em chamar-lhes sindicatos, às quais alguma Comunicação Social dá grande relevância e cuja principal atuação é centrada em reivindicações que, normalmente, isolam uma parte do todo. 

São exemplos do que referi atrás a greve de alguns Enfermeiros por uma carreira específica, isolando-se do resto da sua classe profissional. Outro exemplo, a greve dos motoristas de materiais perigosos. 

Este é um caminho perigoso de quem vê a árvore mas não vê a floresta, ou não que ver. Sindicalismo não é afunilar, é alargar, enquadrar, ver o todo e não só a parte. 

Olhar para o todo também faz parte da história do SPGL pois foi com essa visão que ajudámos a construir a Carreira Única e uma Escola para Todos. 

Essa é a perspetiva que não podemos perder. O todo, a Floresta e não só a árvore. 

Temos uma história de 45 anos, não aparecemos agora. Assumimos essa história e esse projeto que é e sempre foi coletivo, não um projeto de vontades e vaidades pessoais. 

Sindicalismo é honestidade, até na discordância profunda de opiniões. 

Pode e deve ser também um espaço de companheirismo. 

Agora, vem aí o Congresso da Federação da nossa FENPROF, a 14 e 15 de junho, o 13.º Congresso Nacional de Professores, cujo lema é: “ Carreira Docente Dignificada, Condição de Futuro “ 

O SPGL estará lá como sempre esteve, desde o Congresso constituinte da Federação em Abril de 1983 , de corpo e alma, propositivo e solidário. 

Aliás, não poderia ser de outra forma. 

Estaremos lá com os nossos delegados eleitos e designados, entre os mais de 650 delegados. Integraremos os órgãos desse grande coletivo que é a FENPROF, nomeadamente o seu Conselho Nacional, o seu Secretariado Nacional e o seu Conselho de Jurisdição. 

Ajudaremos, como sempre fizemos, a construir uma FENPROF cada vez mais forte na defesa dos seus Professores e Educadores. 

Para terminar, queria deixar aqui um muito obrigado 

Aos trabalhadores do SPGL, que foram de um profissionalismo e dedicação extremos; 

A todos os que tornaram possível chegarmos aqui. 

Gostava de referir aqui alguns nomes que foram inexcedíveis neste processo. Mesmo correndo o risco de me esquecer de alguém, vou referi-los na mesma. 

A Fernanda Ferrão, O Carlos Leal, O Quitério, A Branca Gaspar, O Bráulio, o Deodato e o Artur. 

Obrigado, Camaradas. 

Viva o SPGL, viva a FENPROF, viva a CGTP. 

José Feliciano Costa

quarta-feira, 29 de maio de 2019

A Lista S ganhou democraticamente, a Lista A quer paralisar o SPGL!


Aos sócios do SPGL,

As eleições para a Direção no SPGL (quadriénio 2019-2023), realizaram-se no passado dia 16 do corrente mês de maio. Após um longo apuramento dos votos em urna – motivado pela intensa fiscalização, mesa a mesa e voto a voto, no âmbito da Comissão Eleitoral – e dos votos por correspondência, sujeitos a igual crivo fiscalizador, os resultados finais foram finalmente publicados na Página do SPGL, pela Mesa da Assembleia Geral, no dia 22 de maio.
A LISTA S (Um SPGL ainda mais Forte) venceu para as eleições para a Direção Central e MAG com 2428 votos (55%), tendo a LISTA A (É Tempo de Sermos Sindicato-Unidos Venceremos) obtido 1789 votos (40,5%). Os votos Brancos e Nulos foram 191 (4,5%).
Apesar da vitória clara da Lista S para a Direção Central e MAG (com mais 639 votos que a Lista A), e apesar desta vitória se ter verificado quer nos votos em urna (diretos e condicionais), quer nos votos por correspondência, a Lista A interpôs um recurso para o Conselho Fiscal, no passado dia 27 de maio, tendo em vista impedir a tomada de posse dos membros da Lista S, marcada para hoje, dia 29 de maio, pelas 17.00h! 
Este recurso, sem qualquer fundamentação válida e no âmbito de um processo eleitoral absolutamente límpido e extensivamente fiscalizado pela própria Lista A, destina-se apenas a paralisar o SPGL, numa fase em que é vital apoiar os professores e educadores na sua justa luta pela recuperação do tempo de serviço congelado, e a pôr em causa o Congresso da Fenprof que se realiza em Lisboa nos próximos dias 14 e 15 de junho!
Esta falta de respeito pelo voto claro dos sócios do SPGL, desprezando ao mesmo tempo as consequências nefastas que provoca no Sindicato e na Fenprof, terá uma resposta adequada da Lista S na defesa da democracia sindical e dos superiores interesses dos professores e educadores!
Entretanto, os dirigentes da direção cessante, eleitos de novo na lista S, continuam a desenvolver o seu trabalho de modo a defender os interesses e direitos dos professores e do nosso sindicato.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Um SPGL ainda mais FORTE!

Em maio de 2019, no cumprimento dos seus Estatutos, o SPGL terá eleições para os corpos gerentes para o quadriénio 2019-2023 e, deste modo, tornamos pública junto dos professores, educadores e investigadores sócios do SPGL a decisão de nos candidatarmos.   

O SPGL é o maior e o mais forte sindicato de professores em Portugal. Com um reconhecido trabalho dedicado e rigoroso, sempre na primeira linha nas lutas da classe, o SPGL conseguiu atravessar os “anos de chumbo” de Lurdes Rodrigues e da “troika”, mantendo um elevado número de sócios, não obstante a redução do número de professores em exercício, e uma situação financeira controlada.

Constituiremos uma equipa que alia a experiência de quem nos últimos mandatos tem dirigido o SPGL com a visão e rejuvenescimento daqueles que iniciam agora a sua caminhada nesta tarefa, simultaneamente aliciante e dura da atividade sindical. Uma equipa de trabalho que será o mais alargada possível - mantendo uma saudável característica de pluralismo na vida do SPGL.

Continuaremos a desenvolver uma das matrizes marcantes e distintivas do SPGL – a ligação real às escolas, consubstanciada, também, no princípio de que os dirigentes devem manter trabalho letivo nos estabelecimentos de ensino a que pertencem, trazendo, desse modo, para a tomada de decisões, a realidade vivida nos locais de trabalho e as reais opiniões dos docentes e investigadores. Uma melhor ligação às escolas exige que continuemos a insistir no alargamento da rede de delegados sindicais, tarefa em que se avançou no mandato que agora termina, mas não o suficiente para que a Assembleia de Delegados Sindicais volte a cumprir o importante papel que os Estatutos lhe atribuem.

Defenderemos sempre a unidade e coesão da FENPROF, sem prejuízo da defesa das posições resultantes dos órgãos de decisão do SPGL. Atitude que manteremos também no interior da CGTP e da Frente Comum de Sindicatos, na defesa dos direitos dos trabalhadores.

Assumimos a atividade sindical com um elevado sentido cívico-político: firmeza na defesa e alargamento dos direitos dos professores e educadores e na construção de uma escola pública que combata as enormes desigualdades sociais do país, que seja inclusiva, que forme cidadãos para uma sociedade democrática, e que seja sólida e atual nas aprendizagens, objetivos que só uma gestão democrática, que urge conquistar, pode atingir. Gestão democrática que exige a defesa da autonomia da Escola perante os poderes centrais e municipais. Nesta aposta numa sociedade mais justa e desenvolvida, apoiaremos inequivocamente a necessidade de pôr fim à precariedade (e à exploração) em que continuam a viver os investigadores científicos e todos os educadores e docentes, independentemente do ciclo de ensino e do vínculo patronal, público ou privado, incluindo a educação inclusiva, o ensino vocacional ou profissional e o ensino artístico especializado.

Informados e atentos ao que se passa à nossa volta, sabemos que a atividade sindical se torna cada vez mais necessária. O neoliberalismo dominante está empenhado em minimizar a importância dos sindicatos e da escola pública, de modo a mais facilmente limitar os direitos de quem trabalha, nomeadamente dos educadores, professores e investigadores. Os ataques aos estatutos de carreira (em todos os níveis de ensino), a sonegação de 9A 4M 2D de tempo de serviço, a dificuldade de acesso às carreiras no ensino superior, a inexistência de um contrato coletivo de trabalho para o EPC, EAE e EP, são, entre outros, claros exemplos de ataque ao Trabalho que atinge também a classe docente.

Sabemos isso, mas sabemos da nossa firme determinação em lhes fazer frente e em os derrotar. Para que a luta pelos direitos de todos os docentes deste país seja mais forte e por um ensino de qualidade que seja ainda mais eficaz, apostaremos decididamente no aumento da sindicalização, sobretudo junto dos que agora chegam à profissão. Para essa luta, precisamos do seu cada vez mais firme apoio. Porque o sindicato somos todos nós.

Subscritores:
José Feliciano Costa, Abel Lourenço, Adélia Pinéu, Adelina Silva, Adérita Mourisco, Albertina Pena, Albertino Ferreira, Albertino Vaz, Alcino Pedrosa, Alexandre Oliveira, Alexandrina Carvalho, Almerinda Bento, Almiro Lopes, Amélia Vitorino, Américo Pereira, Ana Adão, Ana Batalha Domingues, Ana Catarina Gualberto, Ana Cristina Gouveia, Ana Cristina Martins, Ana Cristina Mateus, Ana Cristina Moutinho Valente, Ana Cristina Vitorino, Ana Estela Bernardo, Ana Gaspar, Ana Iglesias, Ana Isabel Guapo, Ana Lavanco, Ana Lúcia Mendes, Ana Luísa Silva, Ana Machado, Ana Mafalda Pernão, Ana Margarida Januário, Ana Maria Pescadarte Borges, Ana Moleiro, Ana Paradinha, Ana Paula Cunha, Ana Paula de Jesus, Ana Paula Melo, Ana Pontes, Ana Reis Ferreira, Ana Rita Ferreira, Ana Rita Lourenço, Ana Rita Costa, Ana Sofia Machado, Ana Zina, Anabela Albino, Anabela Colaço, Anabela Delgado, Anabela Rosmaninho, Anália Borges Gonçalves, André Carmo, Ângela Lisboa, Antónia Carreira, António Anes, António Avelãs, António Baixinho, António Cardoso, António Deodato, António Falé, António Magalhães, António Nabarrete, António Quitério, António Silva, António Vasconcelos, António Verdugo, Armandina Soares, Armando Almas, Arnaldo Sarroeira, Artur Baptista, Augusto Henriques, Augusto Pascoal, Avelino Peralta, Beatriz Rolim Vaudano, Berta Maria Bessone Ferreira Alves, Branca Gaspar, Bráulio Martins, Cândida Pargana, Carmelinda Silva, Carla Beirão, Carla Carvalho, Carla Coelho, Carla Franco, Carla Pintão, Carla Ribeiro, Carla Silva, Carlos Barros, Carlos Costa, Carlos Ferreira Marques, Carlos Leal, Carlos Medeiros, Carlos Silva, Carlos Simões, Catarina Ferreira Faria, Cátia Ferrão, Cecília Terroso, Célia de Jesus, Céu Silva, Cinilda Gentil, Cláudia Marques, Conceição Almeida, Conceição Dulce Olim, Cremilde Canoa, Cristina Coimbra, Cristina Didelet, Cristina Mendonça de Sousa, Cristina Pereira, Delfim Ramos, Deolinda Fernandes, Deolinda Martin, Diamantina Nunes, Dina Bernardino, Dulce Costa, Dulce Dias, Dulce Marçal, Edgar Gonçalves, Eduarda Gordino, Eduardo Alves, Eduardo Costa Pereira, Eduardo Mesquita, Elisa Paulo, Elisabete Manso Luís, Elisabete Silva, Elisabete Zagalo, Elsa Carvalho, Elvira Dias, Ermelinda Rosa, Estrela Matos, Eugénia Tavares, Everilde Pires, Fabíola Cardoso, Fátima Alentejano, Fátima Barata, Fátima Gomes Ferreira, Fátima Santos, Felizarda Barradas, Fernanda Ferrão, Fernanda Matias, Fernanda Moreira, Fernanda Teixeira, Fernando Pimenta, Filipa Carvalho, Filipe Rato, Filomena Ventura, Francisco César, Francisco Henriques, Francisco Janeiro, Francisco Silva, Gláucia Silveira Leal, Gonçalo Bernardino, Graça Dias, Graça Fernandes, Graça Sousa, Gracelinda Feixeira, Gracinda Santos, Helena Amaral, Helena Maria Vicente Mendes, Helena Morais, Hugo Wever, Ida Aleixo, Inácia Santana, Inês de Carvalho, Inez Marques, Isabel Faria, Isabel Ferreira, Isabel Gaspar, Isabel Oliveira, Isabel Reis, Isabel Ventura, João Correia, João Cunha e Serra, João Jaime Pires, João Maurício, João Nuno Campinas, João Olímpio Santos, João Ornelas, João Paulo Raposo, João Pedro Bogalho, João Trigo, Joaquim Pintão, Joaquim Raminhos, Joaquim Sarmento Guerreiro, Joaquim Veiguinha, Jorge Almeida, Jorge Gomes, Jorge Martins, José Carlos Frias, José Casimiro, José Florêncio, José Luís Martins, José Machado, José Mourão, José Pacheco, Leonel Pereira, Leonoreta Leitão, Lidia Gomes, Lígia Esteves, Luís Cravo Silva, Luís Miguel Bexiga, Luís Militão Gomes, Luís Saldanha, Luís Viana, Luísa Maria Luz, Manuel Ávila Martins, Manuel Carvalho da Silva, Manuel José Vasconcelos, Manuel Martins, Manuel Micaelo, Manuel Nunes, Manuel Mendes Nunes, Manuel Pereira dos Santos, Manuela Castro Neves, Manuela Esteves, Marcos Pinheiro Souza, Margarida Calado, Margarida Caldeira, Margarida Côrte-Real, Margarida Lopes, Margarida Tourita, Maria Alexandra Ramos, Maria Artemira Vieira, Maria Beatriz Martinho, Maria Conceição Reboredo, Maria Clara Águas, Maria da Ascensão Martins, Maria da Conceição Borrego, Maria da Conceição Garcia, Maria da Cruz Pintão, Maria da Glória Fonseca, Maria de Fátima Manuel, Maria de Lurdes Ferreira, Maria de Lurdes Paulo Costa, Maria de Lurdes Silva, Maria do Rosário Marto, Maria Elsa Silva, Maria Emília Morim, Maria do Céu Lopes, Maria Fernanda Contreiras, Maria Helena Estanqueiro, Maria Helena Felício, Maria Helena Gomes, Maria Helena Gonçalves, Maria Hermínia Saraiva, Maria Isabel Isidoro, Maria Isabel Menezes Pereira, Maria Isabel Rodrigues, Maria Isabel Ventura, Maria Jesus Reis, Maria João Caracol, Maria João Horta Santos, Maria João Mota, Maria João Raposo, Maria João Serpa do Vale, Maria Jorge Marchantinho, Maria José Carvalho Rocha, Maria José C. M. Santos, Maria José de Oliveira Sousa, Maria José Laranjo, Maria José Martins, Maria José Nascimento, Maria José Nunes, Maria Laura Correia, Maria Leonor Alves, Maria Leonor Marques, Maria Leonor Moreira Fonseca, Maria Luísa Vasconcelos, Maria Lurdes Nunes, Maria Luzia Prates, Maria Manuel Nascimento, Maria Manuela Completo Silva, Maria Manuela Machado, Maria Odete Cruz, Maria Paula Jales, Maria Penas Luís, Mário Berjano, Mário Luís Correia, Mário Sérgio Silva Bonito, Marta Salvado, Natália Bravo, Nazaré Mota, Nicolau Gonçalves Borges, Nuno Andrade, Nuno Miguel Lopes Pereira, Nuno Vasconcelos, Olímpia Miranda Rodrigues, Olinda Machado, Patrícia Carreira, Paula Alexandra Cardoso, Paula Antas, Paula Costa, Paula Cristina Santos, Paula Franco, Paula Raimundo, Paula Rodrigues, Paulo Alexandre Ferreira, Paulo Almeida Falcão, Paulo Franco, Paulo Sucena, Pedro Carromeu, Pedro Faria, Pedro Mota, Pedro Nunes, Penélope Coelho, Purificação Freire de Oliveira, Raquel Carvalho Pires, Ricardo Bolou, Ricardo Furtado, Ricardo Meira, Ricardo Prata, Rita Franco, Rita Gomes, Rolando Silva, Rosa Simões, Rosália Batalha, Rui Capão, Rui Curto, Rui Diogo Oliveira, Rui Fontinha, Rui Paiva, Rui Sampaio, Sandra Antunes, Sandra Barão, Sandra Gonçalves, Sílvia Baptista, Sílvia Folgado, Sílvia Timóteo, Susana Rocha, Teresa Nunes, Teresa Santos, Teresa Sécio, Tiago Dias, Tiago Sousa Derriça, Urquida Jardim, Valdemar Gomes, Vanda Costa, Vanda Silva, Vanessa Fernandes, Vera Maria Morais, Virgínia do Rosário Baptista, Vitor Barros, Vitor Bento, Wiliam Cardoso.

#umspglaindamaisforte
@umspglaindamaisforte



terça-feira, 14 de maio de 2019

UM SPGL AINDA MAIS FORTE

José Costa, Candidato a Presidente do SPGL pela Lista S
No próximo dia 16 de maio, os sócios do SPGL, vão escolher os corpos gerentes que vão dirigir o seu sindicato no quadriénio 2019 – 2021. 

Na campanha que ainda decorre, os candidatos da LISTA S levaram o seu projeto sindical às escolas e falaram com os Professores. 

Divulgaram este projeto coletivo, que integra a esmagadora maioria dos homens e mulheres que têm dirigido este sindicato nos últimos mandatos e ao qual se juntam um conjunto alargado de candidatos que trazem a renovação necessária para fortalecer ainda mais este sindicato. 

Os Professores perceberam que esta é uma lista de unidade, que este é um projeto coletivo que convive bem com novas ideias, com novas abordagens, porque sabemos que isso só nos fortalece. 

Foi fácil andarmos pelas escolas em campanha a falar deste projeto sindical. Os professores conhecem-nos na esmagadora maioria das escolas, vêm ter connosco, porque são dirigentes que vão lá, que dinamizam reuniões sindicais, que os esclarecem e os ajudam, que são o rosto do sindicato nas suas escolas. 

Esta é e sempre será a matriz do SPGL, a forte ligação às escolas, a forma empenhada e propositiva com que está na defesa dos direitos dos professores, mas também na construção de uma sociedade mais justa e mais democrática. 

Caro colega 

Votar na LISTA S é votar num coletivo dedicado e competente, composto por homens e mulheres, professores e professoras competentes e dedicados nas suas escolas enquanto profissionais, mas também enquanto dirigentes e ativistas sindicais, motivados e envolvidos na construção de UM SPGL AINDA MAIS FORTE. 

VOTA LISTA S 

JOSÉ COSTA

terça-feira, 7 de maio de 2019

Eleição para os Corpos Gerentes do SPGL em 16 de maio: MESMO EM CAMPANHA ELEITORAL NÃO VALE TUDO

Anabela Delgado - Membro da atual Direção,
responsável pelo serviço de Apoio a Sócios.
Membro do Secretariado Nacional da FENPROF

Estamos em pleno período de campanha eleitoral para eleger os corpos gerentes para o próximo mandato ao qual se apresentam três listas (duas candidatas a todos os órgãos - A e S - e a lista C, candidata apenas a alguns). Havendo várias listas seria normal e salutar que em período de campanha eleitoral se estivessem a discutir programas e estratégias para resolver os graves problemas que afetam a classe docente, isto é, as estratégias para defender a profissão e a escola.

Das duas listas que concorrem a todos os órgãos do SPGL a lista A e a lista S, a atual lista A (“herdeira” das mais recentes listas B e lista V), assume, quer no programa quer no discurso de concorrentes e apoiantes, rutura com a atual Direção, identificando-a com a lista S.

Ao insistir em apresentar-se como lista A, tradicionalmente simbolizando uma lista de continuidade, a atual lista A (“herdeira” das mais recentes listas B e lista V), que se pretende de rutura com a atual direção, tenta confundir sócios menos atentos. Mas de facto o projeto de unidade, respeito pela diversidade, continuador do trabalho desenvolvido pela atual direção, é apenas defendido pela LISTA S - UM SPGL AINDA MAIS FORTE – em quem os sócios têm confiado o seu voto.


Infelizmente não é o debate do programa e projetos das listas candidatas que está em curso. A lista A (“herdeira” das mais recentes listas B e lista V) procura fazer passar a ideia de que a Direção (que identificam, e bem, com a lista S) à qual alguns ainda formalmente pertencem, deixou diminuir drasticamente o número de associados, o que é mentira, pois apesar da visível diminuição do número de professores no sistema e das dificuldades várias com que a ação sindical está confrontada, este sindicato terá eventualmente sido dos poucos que se pode orgulhar de, ainda assim, registar um aumento líquido de sócios!

Acusam ainda a atual Direção de não ser combativa – esta é uma acusação que devia envergonhar quem a faz pois constitui um insulto aos professores, sócios e não sócios mobilizados nas escolas por dirigentes e delegados sindicais do SPGL que têm aderido às várias lutas protagonizadas pelo movimento sindical docente!

Nenhuma direção sindical consegue mobilizar o corpo profissional que representa sem trabalho de informação, debate e esclarecimento nos locais de trabalho - a LISTA S, reconhece e saúda o enorme esforço que a classe docente tem feito na adesão informada à luta pelos seus direitos!
Os sócios deste grande sindicato - o SPGL – esperam que esse trabalho continue e se reforce! A lista S compromete-se a fazê-lo.

Não basta proclamar, em tempo de eleições, o reforço da presença do sindicato nas escolas ou a promoção do trabalho dos núcleos sindicais e respetivos delegados; é preciso, no dia-a-dia (mesmo sem eleições à vista), propormo-nos trabalhar com todos nas escolas, assumir a organização do sindicato em cada escola e estar disponível para ser delegado sindical e, nessa qualidade, ser o primeiro a dar a cara quando surgem os problemas, a começar, nas escolas onde trabalhamos!

O SPGL afirmou-se e continuará a afirmar-se com homens e mulheres que vivem o quotidiano da profissão, que estudam e debatem as questões, que procuram apoiar os sócios com informações corretas e seguras, que dão a cara pelas causas em que acreditam, que se esforçam por mobilizar a classe para intervir no debate, na ação e na luta sempre que é necessário.

Nunca os professores e educadores da área do SPGL ficaram à margem das lutas desencadeadas ao longo dos anos, antes, a sua intervenção foi sempre determinante e eu tenho orgulho de ter participado nesses combates como professora, como delegada sindical e como dirigente sindical, sem nunca ter deixado de ser professora com horário letivo na escola!

É este o sindicalismo em que acredito e por isso integro a LISTA S – UM SPGL AINDA MAIS FORTE.


Anabela Delgado – membro da atual Direção, responsável pelo serviço de Apoio a Sócios. Membro do Secretariado Nacional da FENPROF.

sábado, 4 de maio de 2019

Isto dos professores já chateia

Maria Eduarda Gordino
Professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico

-Isto dos professores já chateia! Querem tudo e mais alguma coisa! – Em voz bem alta a senhora olhou em redor certificando-se que todos no café a tinham ouvido. 

Ao balcão o homem de bigode sorriu e concordou com ar de enfado. No canto escuro um jovem soltou um “ya” sem tirar os olhos do telemóvel. 

Eu bebi os dois últimos goles do café queimado, pousei a chávena e senti-me muito sozinha. Estava só a professora num café cheio de gente. 

Percebi que têm de ser os professores a unir-se nas suas causas, nas suas lutas pois nem sempre quem está fora percebe o que a escola pública perdeu. É necessário que os professores deste país formem coletivos de luta pelos direitos de toda uma classe que já há muito tempo tem vindo a perder a motivação pela ação medidas que têm atacado diretamente a Educação no nosso país e, consequentemente, a vida dos professores. Os sindicatos são um coletivo de força, de apoio e de luta unida e são a resposta para a mudança e transformação da educação em Portugal. 

Apoiando a LISTA S sei com o que posso contar pois dela fazem parte profissionais e colegas que em muitos momentos cruciais mostraram que baixar os braços não é prática. 

Encontro na LISTA S colegas que muito se têm debatido pela contagem do tempo de serviço (9A 4M 2D), que lutam por uma gestão democrática nas escolas, que fazem frente à Municipalização, que lutaram pela vinculação dos colegas contratados, que lutam por horários dignos nas escolas, e tantas, tantas outras lutas de extrema importância e que veiculam a ideologia democrática e de justiça nas escolas. Sei que estão ao serviço dos professores. Dos colegas. 

A LISTA S encontra em mim um voto. O voto de quem tem ainda muito que trabalhar e lutar por melhores condições. Lutar sempre em coletivo pois lá diz a canção que “o povo é quem mais ordena.” Sendo assim, voto S. 

Volto ao balcão para pagar o café e estendo uma nota pequena. 

-Tenho de lhe dar troco, não é? Deixe-me cá ver quanto…”- disse baixinho a senhora do café. 

-Sim. São 9 anos, 4 meses e 2 dias. Bom dia. 

Recebi o troco, sorri e saí.

Maria Eduarda Gordino


sábado, 27 de abril de 2019

Junta-te a nós...


Caros colegas e amigos sócios do SPGL

Vitor Bento, Professor,
Dirigente Sindical do SPGL
Sindicalizei-me, tal como muitos de vós, ainda no século passado. Antes era sócio de outro sindicato mas, por constatar que o SPGL era o único sindicato que realmente tinha e apresentava trabalho real nas escolas e que pugnava com firmeza pelos direitos dos professores e educadores, deixei o outro sindicato e sindicalizei-me no SPGL.

Ainda no século passado, na Escola Secundária do Cartaxo, e no decorrer de uma reunião sindical fui convidado, pelo colega Dirigente António Silva, e eleito pelos colegas da Escola para Delegado Sindical.

Já neste século, no ano de 2002, fui convidado (mais uma vez pelo António Silva) para integrar as listas. Ganhámos as eleições, fomos eleitos e desde então que sou Dirigente do SPGL.

Sinto que o SPGL tem estado, está e estará na vanguarda da luta; sei que o caminho se faz caminhando e que o caminho é a luta. Sei que o nosso caminho não é nem tem sido feito de facilidades, sei que apesar de todos os obstáculos, abusos, atropelos e constrangimentos o SPGL luta na procura da conquista e retoma de direitos e pela dignidade da profissão e do exercício da atividade docente.

Junta-te a nós, caminha e luta connosco e teremos um SPGL ainda mais FORTE.

Eu, faço parte e apoio a lista “Um SPGL ainda mais FORTE”.

Durante mais de duas décadas fui professor na Escola Secundária do Cartaxo, foi lá que nasci para a atividade sindical, e aí, mais do que em qualquer outra escola, que todos sabem e conhecem o meu empenho e a minha dedicação à causa dos Professores e Educadores e à causa sindical, tanto na mobilização como na ajuda e esclarecimento dos colegas, ao ponto de esporadicamente ter “ouvido” que abusava das intervenções em “fóruns” menos apropriados (Reuniões de Departamento, Grupo/Área Disciplinar, Diretores de Turma/Curso); talvez que algumas das observações fossem pertinentes.
Pontualmente, tive algumas “pegas” com Presidentes do Conselho Diretivo/Diretores, sempre de forma institucional, na qualidade de Delegado ou Dirigente Sindical e na defesa dos colegas, é assim a vida de um Delegado e de um Dirigente; tanto mais quando nos deparamos com colegas que no exercício de determinado cargo se arrogam com a prorrogativa de poder “fazer” leis.
Nos últimos anos, e por ter sido sucessivamente eleito, tenho sido Dirigente na Direção Regional de Santarém e assegurado o cargo de Tesoureiro desta Direção Regional. Para o presente ato eleitoral e em virtude de várias vicissitudes e alguns constrangimentos fui indicado e convidado para a Coordenação da Direção Regional e, por isso, apelo a todos os sócios do SPGL, o apoio, a subscrição e o voto na nossa lista “Um SPGL ainda mais FORTE”.

Hoje, já não estou na Escola Secundária do Cartaxo, sou professor no Agrupamento de Escolas de Almeirim (na Escola Secundária Marquesa de Alorna) – procurei apenas ficar mais perto da minha residência. É neste novo ambiente (neste novo contexto) que hei-de continuar o caminho e que hei-de continuar a lutar pelos direitos e pela dignidade dos professores.

Pelo direito e pela dignidade de:
- uma aposentação justa
- da legalidade dos horários de trabalho
- da destrinça entre componente letiva e componente não letiva
- da contagem integral do tempo de serviço
- de uma gestão democrática nas escolas

Junta-te a nós, apoia, subscreve e vota
Lista S

“UM SPGL ainda mais FORTE”

Vítor Bento

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Lista S - um SPGL ainda mais FORTE



Para as eleições do próximo 16 de maio constituímos uma equipa que alia a experiência de quem nos últimos mandatos tem dirigido o SPGL com a visão e juventude daqueles que iniciam agora a sua caminhada como dirigentes sindicais. Construímos uma equipa coesa, profundamente ligada aos professores, educadores e investigadores, do setor público e do privado e cooperativo, do superior e do não superior, do especial, do pré-escolar e de todos os níveis da escolaridade, no ativo e aposentados. 

Os professores, os educadores e os investigadores conhecem-nos. Corporizamos uma das matrizes marcantes e distintivas do SPGL – a ligação real às escolas e aos docentes consubstanciada em numerosas reuniões sindicais, em plenários, em manifestações, mas também no princípio de que os dirigentes devem manter trabalho letivo nos estabelecimentos de ensino a que pertencem, trazendo desse modo para a tomada de decisões as reais opiniões dos docentes e investigadores. 

O SPGL continua a ser o maior e mais forte sindicato de professores em Portugal e podemos afirmar que para isso têm contribuído o trabalho, a dedicação e a competência dos dirigentes, dos delegados sindicais e dos ativistas que constituem esta LISTA S. Mas queremos torná-lo ainda maior, ainda mais forte. 

Mantemos-nos fiéis ao princípio fundador do SPGL: tudo o que diz respeito à escola e à educação diz respeito ao sindicato. Por isso, defendemos com firmeza os direitos dos docentes e investigadores, mas intervimos também na construção de uma escola de qualidade, onde o valor e o rigor das aprendizagens se conjuguem com a formação de cidadãos para uma sociedade inclusiva, democrática, orientada por critérios de justiça e igualdade. 

A construção de sociedades democráticas, orientadas por princípios de justiça e igualdade sociais precisa de sindicatos fortes e respeitados. Está nas suas mãos contribuir para que o SPGL seja ainda mais forte para continuar a contribuir para o futuro da Educação, para a valorização da profissão docente e desenvolvimento da investigação científica.


#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

Desta vez seremos Lista S - eleições a 16 de maio


Informações importantes:

1. Está a chegar à caixa do correio um envelope grande do SPGL com um conjunto de documentos para a votação para a eleição dos corpos gerentes do sindicato. 

2. Embora as eleições apenas decorram no dia 16 de maio e a informação mais pormenorizada das listas candidatas ainda não tenha chegado, por receio dos atrasos nos correios particularmente para quem vota por correspondência pois há que contar com o tempo para a devolução dos votos em tempo útil, a expedição foi feita com alguma antecedência. Desta vez porém parece que os correios foram céleres.

3. A votação direta em mesa de voto decorre no dia 16 de maio. Entretanto, e independentemente de haver mesa de voto a funcionar nas escolas, qualquer sócio pode votar por correspondência utilizando os boletins de voto que receberam e enviando obrigatoriamente a Credencial que também foi enviada, de acordo com as instruções enviadas.

4. Há 3 listas candidatas. Integramos a lista identificada como LISTA S. 

5. No próximo jornal Escola Informação que deve chegar a casa na próxima semana, divulgam-se as escolas onde vão funcionar mesas de voto no dia 16 de maio.

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Apresentação da Lista

Hugo Weber, professor
Dirigente sindical do SPGL
Somos continuadores da atual direção. Somos renovadores da atual direção. Estamos reforçados, ativos e vigilantes; prontos para a negociação e para o combate; para a aproximação aos professores e aos sócios – seguindo a linha que se tem tomado. Ouvimos de perto para melhor representar. Estamos nas escolas, estamos nas redes sociais. Estamos recetivos e buscamos a participação de todos, a participação de quem dá sentido a qualquer sindicato, de quem participa no seu sindicato, de quem legitima o seu sindicato. 

Provámos estar dispostos a trabalhar, prontos a ajudar. 

Representamos professores, educadores, investigadores e técnicos de todos os graus de ensino. Estamos nas escolas e no ativo em vários níveis e modalidades de ensino, em várias funções. Somos experientes, jovens e menos jovens, com várias convicções e sensibilidades político partidárias – mas estamos juntos e procurámos abarcar quem quisesse vir: Por uma convicção. Estes equilíbrios procuram ser o reflexo daqueles que representamos. Estamos cada vez mais dispostos a ser um Grande Sindicato de Professores. 
Reforçaremos a Voz e o Braço. Convosco. Participativos.
Seremos “Um SPGL Ainda Mais Forte”. 

A Direção connosco voltará a ser mais que a soma das partes. A Direção connosco voltará a ser muito mais que o braço no ar constante ou as palavras de ordem agressivas. Trabalhamos também na retaguarda com cada um e com todos, na necessidade, na injustiça,… Movemos o que for preciso em Unidade - na busca de soluções. 

Esta lista tem experiência, capacidade e qualidade para agir com responsabilidade nos momentos certos e nos locais apropriados, seja no âmbito das organizações que integra e onde participa, seja nas competências que lhe cabem na região geográfica da Grande Lisboa. Esta lista tem o conhecimento no terreno que lhe permite estar implantada nas escolas... Seguindo uma agenda própria, independente de interesses externos aos nossos, representamos os Professores. 

Reforço da Ação Sindical 
Defendemos um Sindicalismo do Séc. XXI: Um Sindicalismo de Base olhos-nos-olhos, escola a escola; um Sindicalismo de Massas em Unidade; um Sindicalismo de proximidade feito de contactos um-para-um; um Sindicalismo de rede dotado da força dinamizadora e dinâmica, de todos-para-todos. Defendemos as consultas aos professores: em reuniões, em contactos individuais, em questionários em papel ou online. Somos também pelo reforço da presença sindical através da via jurídica, pela procura de conexões internacionais de reforço mútuo, pela Solidariedade -vista de forma abrangente. Continuaremos a reforçar a presença descentralizada nas nossas delegações. Preconizamos um “SPGL Ainda Mais Forte” também na sua Ação Sindical. Princípios e Esfera de Ação Temos como bandeiras: Escola Pública para todos, Liberdade, Democracia e Equidade. Enquanto professores, assumimos a responsabilidade de educar e formar as novas gerações; temos em mãos o que mais importante há na sociedade: as crianças; mas também os jovens e adultos, a terceira idade. Estamos com todos ao longo da vida e tendencialmente cada vez mais. Dos trabalhadores com tarefas mais específicas aos líderes intermédios e de topo. 

O Sindicalismo que defendemos será cada vez mais abrangente ultrapassando necessariamente questões apenas socioprofissionais para abarcar a Educação como um todo: a nível sistémico – organizacional, pedagógico. Educação e Professores são indivisíveis. Educação, Professores e os seus representantes são unos. Continuaremos a ser... 

Um SPGL cada vez mais Forte;
 “Um SPGL ainda mais Forte”.

Hugo Weber


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terça-feira, 19 de março de 2019

Num processo de reflexão, descobri várias razões para apoiar "Um SPGL ainda mais FORTE"

Porque apoio esta lista…? 

Num processo de reflexão, descobri várias razões para a apoiar…todas elas, sob o meu ponto de vista, válidas! 

A primeira é a de que defendo um sindicalismo democrático, plural, que construa com os que representa aquelas que são as prioridades reivindicativas e respetivas lutas. O meu sindicato é, hoje, um sindicato plural, mas só o é porque teve gente nas suas direções que abriram caminhos para que as várias sensibilidades pudessem ter espaço de debate, de reunião, sem que tal fosse motivo de exclusões, de silenciamentos. É verdade que nem sempre as coisas são fáceis, a diversidade de opiniões é isso mesmo: diferente consoante o olhar de quem vive a situação, mas um sindicato que permite isto, é o sindicato em que eu me revejo! 

Maria Deolinda Martin, Professora aposentada
A segunda é que há 4 anos apoiei uma lista alternativa, com ideias que considero completamente atuais, embora a opinião dos professores, então, não as tivessem elegido como as melhores: ontem e hoje defendo que as escolas precisam de um outro modelo de gestão, democrático, rejeito a municipalização porque penso que há competências que não devem sair do âmbito do ME, nomeadamente a definição do Currículo Nacional e a colocação dos docentes, defendo que a profissão docente é uma profissão de desgaste rápido e como tal deve ter direito à antecipação da reforma, completa… Há tanto por recuperar e ganhar depois de tantos ataques feitos à classe… 

A terceira é a de que quando entrei na direção do sindicato, há cerca de 2 décadas, entrámos vários, jovens, e fizemos caminhos de construção de profissão, de Escola Pública, em coletivo, que permitem hoje que nos identifiquemos como camaradas independentemente das nossas diferenças em termos de ideias, de entre eles está sem dúvida o José Costa, referência nas escolas, que considero será a estabilidade e o rejuvenescimento de que o SPGL precisa. Estabilidade porque conhecedor das fragilidades que hoje o movimento sindical enfrenta e portanto capaz de, em coletivo, encontrar resposta de futuro. Rejuvenescimento, porque ainda longe da sua almejada reforma terá espaço para consolidar caminhos, abertura para os negociar. 

Não há caminhos de liberdade e democracia sem o movimento sindical, por isso apoio esta lista para que o “SPGL seja um sindicato ainda mais forte!”

Maria Deolinda Martin

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domingo, 17 de março de 2019

Combate à Precariedade

Professor João Pereira
O combate ao trabalho precário tem estado inserido na agenda de vários governos tendo sido considerado uma prioridade para o atual Governo. Se é inquestionável que houve melhorias ligeiras também verificamos que estamos longe de resolver a precariedade. 


Embora o Ministério de Educação (ME) tenha vinculado nos seus quadros cerca de 7000 professores nos últimos dois anos consideramos que o número foi insuficiente para suprir as necessidades reais de professores do sistema de ensino público, bem como para combater a precariedade instalada nos professores contratados. 



Ao analisarmos o número de contratações efetuadas pelo ME na Contratação Inicial verificamos que foram contratados perto de 6000 professores, mais de 3000 em horários completos e anuais. O número de contratações sobe muito mais se tivermos em conta as Reservas de Recrutamento efetuadas até ao momento. 



Através de uma análise realizada às listas de ordenação e colocação de professores contratados nos diversos Grupos de Recrutamento, listas do ano escolar 2018/2019, é possível verificar que concorreram cerca de 30 mil candidatos. Focando na 2.ª prioridade, verificamos que mais de 17000 candidatos têm três ou mais anos de serviço e mais de 7800 têm dez ou mais anos de serviço Não podemos deixar de referir que muitos destes professores já deveriam pertencer aos quadros do ME se o Estado cumprisse os requisitos gerais expressos na alínea c) do ponto 1 do art.º 148 do Código de Trabalho, e no ponto 1 do art.º 60 da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho. 



É importante referir que os professores foram excluídos do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública. 



Para Um SPGL Ainda Mais Forte o combate à precariedade é uma prioridade, devendo encetar-se negociações de forma célere, defendendo-se os seguintes pontos: 




  • No respeito pela Diretiva Comunitária 1999/70/CE, de 29 de junho, e pela lei geral portuguesa aplicável aos trabalhadores da Administração Pública, a aprovação de um regime de vinculação dinâmico para todos os docentes que atinjam os 3 anos de serviço docente prestado em estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário da rede do Ministério da Educação;

  • A alteração ao Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na atual redação, nomeadamente:

ü A revogação do n.º 2, do art.º 42, do Decreto-lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, na atual redação – denominada “norma travão”;

üA eliminação da possibilidade de renovação de contrato a termo resolutivo;

ü Possibilidade de alternância de grupo de recrutamento na manifestação das suas preferências;

ü Alteração dos intervalos de horários para a manifestação de preferências; 

ü Redução significativa da área geográfica dos Quadros de Zona Pedagógica;

ü Aumento da duração mínima do contrato de trabalho a termo resolutivo;

ü A possibilidade de efetuar nova manifestação de preferências durante as pausas letivas de final de período letivo;

ü Permissão de permuta de horário entre professores contratados;

ü … 
  • Criação de grupos de recrutamento em áreas que correspondem ao desenvolvimento de funções docentes; 
  • Atribuição de incentivos, em sede fiscal, a docentes colocados em escolas localizadas fora da sua zona de residência; 
  • Antecipação generalizada das datas em que se realiza cada uma das fases dos concursos; 
  • Atribuição de 30 dias de trabalho na declaração mensal para a Segurança Social independentemente do número de horas do horário atribuído; 
  • Gestão das Atividades de Enriquecimento Curricular pelos Agrupamentos de Escolas, com professores remunerados de acordo com os valores da Tabela de Remunerações da Carreira Docente e com contratos de trabalho a termo resolutivo.
João Pereira

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Num ano de eleições para o SPGL uma questão se coloca: que lista apoiar?

Artur Baptista - presidente da Mesa de Assembleia Geral
A resposta não passará por continuar a apoiar os professores sindicalistas que têm desenvolvido, ao longo dos anos, um trabalho junto dos colegas professores e educadores nas escolas, contribuindo para uma dignificação da profissão docente, para uma escola democrática com melhores condições de funcionamento? E por destacar o papel dos docentes mais jovens por serem uma mais-valia profissional e sindical?

A resposta a estas questões está no apoio a esta lista candidata aos órgãos sociais do SPGL com o lema “Um SPGL ainda mais forte”.

Considero que haverá princípios que deverão ser mantidos como a manutenção de trabalho lectivo nos seus respectivos estabelecimentos de ensino aos dirigentes sindicais como tem sido atributo destes sindicalistas. 

Tentarei de uma forma muito sintética resumir nalguns tópicos a pertinência do apoio a esta candidatura por esta ser um espaço de:

- Intervenção política e social;

- Unidade na diversidade de cada um; 

- Liberdade e pluralidade;

- Reconhecimento da identidade de cada elemento;

- Procura da realização de um trabalho coletivo; 

- Trabalho solidário; 

- Escolhas; 

- Imaginação;

- Discussão e intervenção coletiva;

- Combate e dinamismo;

- Identificação dos problemas das escolas e da educação;

- Dignificação das funções docentes;

- Luta por uma gestão democrática;

- Defesa da unidade da FENPROF.


O SPGL - o maior e primeiro sindicato dos professores saído da revolução do 25 de Abril - deve dar continuidade a um sindicalismo democrático e participativo desenvolvido ao longo destes anos.

Apoio pois com convicção estes promotores da lista “Um SPGL ainda mais forte”.

Artur Baptista

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Por Um SPGL Ainda Mais Forte

Maria do Céu Silva, Educadora
Dirigente Sindical
Coordenadora Regional de Santarém
do SPGL
Subscrevo esta candidatura por Um SPGL Ainda Mais Forte porque acredito no trabalho sério e honesto desempenhado por mim e pelos meus camaradas ao longo dos anos na Direção do SPGL.


Ao longo dos anos ouvi, debati e lutei por aquilo a que dou valor, a minha profissão.



Estive(mos) presente(s) nas escolas, em encontros formais ou informais, com os professores ouvindo as suas opiniões sobre os diversos desafios com que somos confrontados no dia a dia.



Como membro da atual direção tenho a certeza que os objetivos traçados na candidatura foram cumpridos, com isto não quero dizer que não podemos ir mais além, claro que sim... não podemos é apagar todo o trabalho desenvolvido por nós dizendo que..." É tempo de sermos sindicato". Então o que fomos até aqui?
Não sei...


Somos um sindicato interventivo, lutador e defensor da classe docente? SIM.


Por tudo isto farei parte desta candidatura que representa a continuação de um trabalho que começou há muito tempo e assenta na persistência de todos nós em ultrapassar todos os muitos obstáculos com que nos deparámos e continuamos a enfrentar.



Por Um SPGL Ainda Mais Forte



Maria do Céu Silva sócia nº 44763

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Nada do que é avanço social pode estar fora do âmbito dos sindicatos que defendem os direitos d@s trabalhadores/as.

Almerinda Bento
11 de Fevereiro de 2007 - as mulheres portuguesas finalmente alcançaram, em referendo popular, o direito a poder abortar até às dez semanas, de acordo com a sua vontade; uma conquista da sociedade portuguesa, na sequência de uma longa e dura luta de vários anos que envolveu organizações de mulheres, organizações de defesa dos direitos sexuais e reprodutivos, organizações sindicais e partidos, para além de muitas pessoas que individualmente entenderam que estava em causa a defesa do direito à escolha, numa questão tão importante como é a maternidade.
Desde então, ao longo destes doze anos, por diversas vezes os grupos de mulheres e organizações que haviam estado do lado da escolha tiveram que de novo reunir, discutir e preparar-se para responder às investidas dos grupos anti-escolha que não deixaram de se mobilizar para reverter a lei da descriminalização do aborto, usando todos os meios inclusivé a mentira. Aquilo que sempre soubéramos – que não há direitos definitivamente adquiridos – vivemo-lo na prática. Não se pode baixar a guarda; há que estar sempre alerta e defender os direitos alcançados.

Foi uma vitória alcançada há 12 anos, resultado de uma longa e dura luta. A adesão do movimento sindical não foi imediata, mas muito louvada e importante quando surgiu. Porque reforçou esse movimento, ampliou a sua base de apoio e mobilizou mais protagonistas. Porque extravasou uma perspectiva estreita de sindicalismo e percebeu que nada do que é avanço social pode estar fora do âmbito dos sindicatos que defendem os direitos dos/as trabalhadores/as.

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa e a candidatura Um SPGL ainda mais FORTE partilham esta visão ampla de sindicalismo: interveniente, atento, mobilizador.

Almerinda Bento


Imagem da série Aborto - 1998
 Paula Rego


"Quanto mais se envelhece, mais se sente que saber gozar o presente é um dom precioso, comparável a um estado de graça." 


Marie Curie em carta à filha Irène em 1928








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