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domingo, 12 de maio de 2019

SPGL: UM SINDICATO PRESENTE COM APOSTA NO FUTURO

António Avelãs, Presidente do SPGL entre 2006 e 2015
Sócio n.º 920
Fui presidente do SPGL entre 2006 e 2015. Na atual direção exerço as funções de coordenador do setor de informação. Desde a fundação do SPGL fui delegado sindical nas escolas onde fui colocado e, mais tarde, membro da direção com António Teodoro e vice-presidente com Paulo Sucena. Orgulho-me, pois, de ter contribuído, com um larguíssimo número de professores de diversas tendências políticas e sindicais, para construir o que é hoje o SPGL 

Construímos um SPGL que faz da sua efetiva ligação às escolas e aos professores a razão da sua força. Ligação efetiva porque sustentada no facto de os seus dirigentes -todos- se manterem com funções letivas nas escolas a que pertencem, situação única no universo dos sindicatos de docentes. Os professores conhecem-nos! 

Construímos um SPGL que inspira confiança aos seus sócios pela elevada qualificação dos serviços de apoio aos sócios e contencioso. 

Construímos um SPGL que proporciona aos sócios e aos professores informação objetiva, em tempo útil. 

Construímos um SPGL capaz de mobilizar massivamente os professores para as lutas em defesa da profissão docente, da qualidade da escola pública e pela construção de uma sociedade mais justa, mais igual, mais solidária. 

Construímos um SPGL capaz de defender os direitos dos docentes das escolas particulares e cooperativas, tornando-se de facto o sindicato “de referência” neste setor - com real implantação entre estes docentes. 

Construímos um SPGL capaz de intervir eficazmente na discussão das matérias pedagógicas necessárias a um ensino de qualidade para todos; um SPGL que aposta na escola pública, divulgando através dos seus meios de informação o que de muito bom se faz nas nossas escolas com a dedicação e profissionalismo de professores e educadores. 

Construímos um SPGL aberto à cultura, com a excelente oferta no campo das artes proporcionado pelo Espaço António Borges Coelho (ESPAÇO ABC) 

Construímos um SPGL que proporciona aos sócios aposentados atividades dinâmicas, ricas e integradores que lhes permitem um envelhecimento ativo. 

Construímos um SPGL aberto à sociedade, apoiando grupos e movimentos de índole diversa orientados pelo combate às injustiças sociais, particularmente a precariedade laboral, pelo combate à degradação climática, pelo apoio a refugiados e migrantes, etc. 

Construímos um SPGL socialmente respeitado. 

Construímos um SPGL profundamente democrático no seu funcionamento. 

É este SPGL que a LISTA S quer continuar, aperfeiçoar e melhorar. 

Por isso, voto convictamente na LISTA S: por Um SPGL AINDA MAIS FORTE 

António Avelãs, sócio 920.

#UMSPGLAINDAMAISFORTE
@UMSPGLAINDAMAISFORTE

domingo, 5 de maio de 2019

Foram 45 anos de dignidade e de ação deste grande Sindicato

Augusto Pascoal
Foi uma noite de quinta-feira memorável, a de 2 de maio de 1974, desde logo na minha Escola, onde supostamente teria lugar a Assembleia Geral, no ginásio da Manuel da Maia. Cedo percebemos que aquela sala enorme era minúscula para acolher os milhares de Professores que chegavam. Feitos alguns contactos, conseguiu-se a disponibilidade do então Pavilhão dos Desportos, no Parque Eduardo VII, para onde nos deslocámos como pudemos. A Assembleia Geral, convocada sobretudo por Colegas dos "Grupos de Estudo" que constituiu o Sindicato dos Professores da Grande Lisboa e do Sul, mais tarde SPGL, depois de, em Beja passarem a existir o SPGL e o SPZS, começou por volta da uma da manhã do dia seguinte, Presidida pelo Professor Lindley Cintra.

Nessa noite começou a vida do nosso fantástico, plural e abrangente Sindicato, que ontem completou 45 anos. Antes de termos criado a FENPROF, no dia 27 de abril de 1983, foi o SPGL que assumiu a defesa da Escola Pública e dos Professores, protagonizando a luta intransigente pela defesa da Gestão Democrática e a dignidade da profissão docente. Foi assim que no dia 2 de fevereiro de 1978, convocou, sozinho, a primeira greve de Professores contra as medidas que o Ministério de Soutto Mayor Cardia se preparava para desencadear. Esta primeira greve de toda a Função Pública, com uma adesão superior a 85%, foi uma manifestação da força e da expressão do SPGL junto da classe, conhecido, a nível nacional, como O Sindicato dos Professores.


Foram 45 anos de dignidade e de ação deste grande Sindicato, que agora a Lista S se propõe continuar.


Desejo que nos próximos anos sejamos os Corpos Gerentes do SPGL.


Augusto Pascoal

terça-feira, 9 de abril de 2019

Professores de SANTARÉM por “Um SPGL ainda mais forte”

Queremos um movimento sindical forte para reconquistar a dignidade da profissão, o tempo de serviço que nos foi negado, valorizar a Escola Pública e criar condições de trabalho para um ensino de qualidade 

Luísa Teixeira Barbosa, Professora na
EB Alexandre Herculano, Santarém
Santarém orgulha-se de ter sido a cidade de onde partiu a coluna militar liderada por Salgueiro Maia, um capitão de grande coração, de princípios e coragem inabaláveis, que deu voz de prisão à ditadura que durara 48 anos. 

Considero-me uma cidadã e professora empenhada na sua carreira, no sucesso escolar dos seus alunos, no diálogo constante e colaborativo com os encarregados de educação, e também empenhada num forte movimento sindical, imprescindível à democracia e à manutenção dos direitos que valorizem a Escola Pública e a Dignidade docente 

O Direito à educação e à cultura foi um dos direitos aprovados pelas democracias europeias, após a segunda Grande guerra. Num país obscuro e frágil, onde a ditadura sonegava os direitos do homem, com um atraso cultural abismal, antes do 25 de Abril, foi em 1974 que estes direitos se inscreveram sem qualquer dúvida ou hesitação na Constituição de 1976. E, nos primeiros quarenta anos viu esses números e/ou estatísticas melhorar porque, o esforço da democracia se virou para melhorar as condições de vida dos atores da educação ( com melhores condições de trabalho, melhores escolas e equipamentos escolares, com melhores salários, mais auxiliares educação, melhor formação, uma Lei de Bases do Ensino invejável por todos os governos da Europa… 

Decorridos já 45 anos de democracia, tal já não se pode considerar verdade absoluta! 

E desengane-se quem pense que a democracia e a liberdade são bens estáveis e imutáveis. 

Os professores depararam-se nos últimos anos com uma degradação da sua carreira, com reformas irreais e irrefletidas que se espelhou no desgaste e deterioração das condições de trabalho, diminuição do sucesso escolar e degradação das relações na escola, que só se poderá explicar pelos ataques constantes à função pública e principalmente aos 4 pilares da democracia nos quais se integra a Educação. Tais ataques pretendem fragilizar um corpo docente competente e responsável pelas capacidades que os jovens de hoje vão espalhando, nas empresas e noutras instituições, por todo o mundo. Tal deterioração não se poderá explicar se não unicamente explicar pelos valores materialistas e economicistas, pelos quais se regeram e regem ainda alguns líderes da Europa os quais fomentam crises ficcionadas e notícias falsas que afetam a vida da Escola negativamente. 

O movimento sindical precisa de todos nós, precisa de quem resista e acredite que trabalhando será possível…pois queremos reconquistar a dignidade da profissão, o tempo de serviço que nos foi negado, valorizar a Escola Pública e criar condições de trabalho para um ensino de qualidade. 

Em Santarém queremos um SPGL ainda mais forte… 

Luísa Teixeira Barbosa 

Sócia SPGL 44477, sindicalizada desde 1982/83 

Professora do Ensino Básico, 2º ciclo, na Escola Básica Alexandre Herculano, em Santarém

@UMSPGLAINDAMAISFORTE
#UMSPGLAINDAMAISFORTE

domingo, 31 de março de 2019

“UM SPGL AINDA MAIS FORTE CONTA COM OS PROFESSORES APOSENTADOS”


Bráulio Martins, professor aposentado,
atual vice-presidente da MAG
No Departamento de Professores e Educadores do SPGL (DA) temos tido, sempre, como principal objetivo, a ação reivindicativa. Temo-la definido em conjunto com todos os sindicatos da FENPROF, para além de termos representantes na União dos Sindicatos de Lisboa (USL), na Inter-reformados da CGTP-IN, e na comissão de aposentados da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública. Em conjunto com estas organizações ganhámos, perdemos e recuperámos direitos e concluímos que efetivamente A LUTA VALE SEMPRE A PENA.

Temos vindo a desenvolver este trabalho desde que os aposentados se organizaram, nos anos noventa, com o objetivo imediato de lutar pela atualização das pensões de aposentação de todos os docentes tendo em conta a aprovação do Estatuto da Carreira Docente em abril de 1990, uma luta ganha passados 10 anos! Comemorámos ao nível da FENPROF os 25 anos do 1º Congresso dos Aposentados, no passado dia 26 de novembro.

Começámos com uma centena de sócios. Quando passámos a DA tínhamos cerca de 700 e chegámos aos 2511 em 2014. Infelizmente a crise económica e social fez diminuir os sócios e hoje somos cerca de 2 262. 

Começámos como grupo de trabalho que depois passou a Departamento de acordo com os Estatutos do SPGL, assente em 4 Comissões Regionais - Oeste, Santarém, Setúbal e Lisboa - com o propósito de alcançarmos um maior envolvimento dos sócios, organizando e desenvolvendo atividades nas diversas regiões sindicais.

Paralelamente apostámos em frentes de trabalho como a informação, a formação e as ações sócio culturais. 

No âmbito da Informação temos procurado desenvolver ações que mantenham os sócios a par de todas as nossas atividades e reivindicações através do site do SPGL, do EI e da nossa página do facebook.

É principalmente nas ações sócio culturais que mais se sente a participação dos sócios aposentados. 

Realizámos ações diversificadas e avaliadas como bem conseguidas: visitas a exposições e monumentos, ida a teatros, passeios e excursões, apresentação de livros, debates, etc… que tiveram o reconhecimento comum de enriquecimento cultural dos participantes. Foram socialmente gratificantes, e, ao mesmo tempo, proveitosas como espaço de informação e debate sobre as questões e as matérias de natureza reivindicativa. Há sempre um “momento sindical”. 

A participação dos sócios e apresentação de novas propostas continuam a aumentar. 

Há, contudo, a necessidade de avaliarmos continuamente o trabalho, para conseguirmos, por exemplo, aumentar o número de sócios que, ao aposentarem-se assim permaneçam, de forma a melhorar a participação nas ações de luta.

É este o trabalho a que nos comprometemos dar continuidade. 

Bráulio Martins 

#UMSPGLAINDAMAISFORTE 

@UMSPGLAINDAMAISFORTE